II CRÔNICAS – VI – DEUS SE MANIFESTA

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septiembre 11, 2019 by Bortolato

II Crônicas, capítulo 7

Sim, é claro! Pois que Ele é vivo! Quantas pessoas não gostariam de ter um encontro pessoalmente com Deus, quanto lhes faria bem poder falar e interagir com o Todo-Poderoso! Quantos problemas poderiam ser resolvidos rapidamente… quanto sofrimento, e quantas lágrimas poderiam ser enxugadas…

Só não desfrutariam de um grande prazer nesse encontro quem está contra Ele, e quem não crê que isso possa acontecer…

Certa vez um internauta que deve ter lido algum de meus escritos, ou assistiu a algum dos vídeos que publiquei, quis dizer algo a respeito e em particular acionou um aplicativo para comunicar-se comigo, e de modo curto e grosso dirigiu-me a seguinte expressão:

  • Teu Deus está morto!”

Procurei mostrar-lhe que sua afimação era errônea, e que todos um dia haverão de ver-se face a face com Ele, mas pareceu que não logrei êxito nessa tentativa, pois ele respondeu-me mostrando muito descaso, fruto de sua infeliz descrença.

Uma outra alternativa lhe apontei, ao fim de nosso curto diálogo, desafiando-o a fazer prova com Deus, pois se assim o procedesse, ele poderia ser abençoado com uma resposta positiva do céu, e isto seria marvilhoso, pois não?

Dessa vez não obtive mais nenhuma resposta, nosso contato se resumiu a só isto, e foi só.

Atentemos para o fato de que basta que haja uma abertura para Ele, e Ele sempre conquista milhares e milhões de corações. Veja-se como o cristianismo se alastrou no mundo. Até em países aonde esta fé é proibida e perseguida, ali se acham verdadeiros cristãos, adoradores que O amam, creem nEle e estão alicerçados nesta fé. Haja o que houver, ou custe o que custar, até mesmo pagando o preço com a morte, esses baluartes de Deus estarão sempre dispostos a servi-Lo e hastear a Sua bandeira aonde quer que seja.

Já se perguntou por que esta realidade se mostra assim, tão determinada?

Digo sem medo de errar: se esses portaestandartes de Deus estivessem com sua fé fincada em um enganoso senso de misticismo e nada mais que isso, que não tivessem uma resposta do céu para estimular-lhes essa venturosa carreira, o cristianismo já teria desaparecido da face da Terra.

Sim, porque nós, humanos, temos muita necessidade de encontrarmos com Deus, e isto está embutido dentros dos nossos corações desde tempos insondáveis. O melhor dessa história é que Deus mesmo também está empenhado em preencher esse espaço tão precioso das nossas almas.

Nossos pais já nasceram com este sentimento, e os pais dos nossos pais também, e assim sucessivamente, até chegarmos a Adão.

Não se espante, pois não fica por aí. Isto já estava inserido nos planos divinos desde que Ele imaginou fazer a planta, e desenhou o projeto da estrutura humana, antes mesmo de criar o primeiro homem.

Algo, porém, aconteceu fora dos planos de Deus: a tentação e a queda do Jardim do Éden. Na mente divina, na verdade, era já previsto que se sucederia, mas não estava de acordo com a planta inicial – e isto redundou em certas mudanças: mudanças estruturais na natureza da raça humana, e mudanças também nos planos de Deus, pois o futuro a seguir também se fez diferente do projeto original.

O que ocorre então dentro da maioria dos homens hoje é que, tendo a faculdade de decidirem por si o que acham bom para si mesmos, e o que vai de encontro aos seus desejos, a nossa raça tem decidido andar sem Deus, e assim tem sido na grandíssima maioria dos casos.

Este é um outro detalhe que se dá dentro dos corações: fazem as coisas sem procurarem saber se está tudo certo, alinhado com a vontade divina. E é aí que começam a surgir os problemas.

Sem termos nenhuma intenção de invertermos o ônus da prova, a realidade é que um ardiloso senso de independência se aninhou, sim, mas não nos conformes do desenho místico de Deus, mas na enganosa sensação de autoconfiança ou autosuficiência que cada um tem nutrido dentro de si.

Basta ver como tudo isso funcionou até aqui.

Vejamos, para começarmos: quantas vezes Deus quis estreitar essa distância que se abriu e se alargou quando nos distanciamos dEle.

Não há outro livro ou escrito mais bombástico e espetacular do que a Bíblia para nos ajudar a esclarecer quanto a este assunto. Quem ainda não encontrou estas qualidades no Livro Sagrado, é porque não se localizou dentro desta problemática, mas quando chega a hora em que isto lhes é descoberto, as páginas desse Livro passam a ter palavras que queimam e penetram pelos olhos do sincero pesquisador, e este fogo vai diretamente para dentro de seu coração.

No Jardim do Éden, logo depois de pecar, o primeiro casal procurou esconder-se de Deus.

Sem dúvida alguma, Deus já sabia que eles estavam procurando evitá-Lo, mas mesmo assim, o Senhor não os deixou abandonados à própria sorte, mas desceu até aquele Jardim, e já ciente de que deliberadamente eles se escondiam, Ele logo foi dizendo ao homem: – “Onde estás?”

Esta é a questão: nossa raça não foi abandonada completamente à morte que lhe estava destinada, porque Deus empenhou-Se por buscá-la na pessoa do primeiro ser humano da história. Em outras palavras, nós não morremos distanciados completamente da presença de Deus, porque Ele nos procura individualmente. Ele nos busca, vem ao nosso encontro onde estamos, seja qual for o estado em que nos encontramos. Quem quiser negá-Lo e continuar fugindo, que o faça, mas isso não mudará em nada o fato de que Deus nos procura, e mais cedo ou mais tarde Ele nos encontrará.

O que fazer então? Pararmos onde estamos, e respondermos a Ele: – “Ei, Deus, Senhor, eu estou aqui. Vem, por favor, encontrar-me!” E ao sermos achados, devemos ter o cuidado de sermos sinceros e transparentes diante dEle.

Uma certa estudante da faculdade de Psicologia disse-me um dia que estava com “o problema de Deus”, ou seja, ela andava sonhando às noites, e que a voz do Senhor lhe aparecia em seus sonhos, chamando-a, e pedindo para ela voltar-se para Ele. Na verdade, o problema não era só de Deus, mas muito mais dela mesma, e isto é algo que não se pode negar, além do que é maravilhoso sabermos que Ele não Se esquece de nenhum de nós.

Olhe-se para o céu. Olhemos para o mar, para os rios, para as florestas, ouçamos os sons da natureza. Atentemos para a enormidade dos tamanhos e dos números de astros que inundam a nossa vista quando contemplamos o céu limpo das nuvens e das luzes das cidades.

Como foi que tudo isso surgiu do nada? Foi por acaso, dizem uns. Então que os partidários dessa teoria incontinente expliquem como é que existe Alguém que manifestamente assume a sua autoria, tal como um Artista que a reclama, querendo assinar o Seu nome em Sua obra física mais complexa, requintada e valiosa aos Seus olhos: o homem. Querer negar isto é não reconhecer os Seus direitos autorais. Ele nos criou, e reclama-nos para Si, tal e qual um artista que amou uma de suas obras e a quis perto de si, dentro de seu lar, de sua casa.

Se nós, obra de Suas mãos, concordamos com Ele, e assim também o desejamos, não há o que possa impedi-lo. Nenhum tribunal terrestre poderia denegar ou mesmo julgar tal causa, quando Ele assume todos os riscos – aliás, Ele tem todas as provas e papeis necessários para nos defender perante o Seu Tribunal – basta que O autorizemos expressamente como o nosso Advogado.

E Deus não buscou requerer o homem para Si somente no Jardim do Éden. Aquilo foi só o início dessa procura incessante. A História Sagrada o atesta.

Já ouviu falar de um homem chamado Enoque, filho de Jarede, e pai de Matusalém? Procure saber de que maneira foi o final de sua vida terrena. Leia em Gênesis, capítulo 5º, versos 18 a 24, e também em Hebreus, capítulo 11º, versos 5 e 6.

Conhece também a história de Noé, filho de Lameque? Fantástica, não? Ela nos leva a outra prova do interesse de Deus por aqueles que O reverenciam. Seus olhos percorrem toda a Terra em busca de pessoas que ajam de conformidade com a Sua vontade de Pai e Criador.

Sim, e a busca continuou por anos a fio. Depois de Noé, o Senhor esperou durante centenas de anos para achar a Abraão, de quem passou a ser seu amigo, bênção esta que depois passou a Isaque e depois a Jacó.

José, filho de Jacó, foi tão abençoado por Deus, que pôde exercer um papel tal na História do Oriente Médio, que foi chamado de “Salvador do mundo”, pois foi usado para salvar a seus irmãos, seus descendentes e a gente de todas as partes daquele pedaço de terra do mapa mundial.

Por causa da promessa feita a Abraão, toda a sua descendência se fez mui numerosa na Terra, e embora esta se tenha distanciado dEle, Ele foi buscar os filhos de Jacó do Egito, de lá os retirou fazendo milagres como não se ouviu falar em nenhuma outra civilização, e levou-os ao deserto onde os sustentou com o maná das manhãs e água que saiu da rocha.

Desde aquela peregrinação pelo deserto da Arábia e pela penínsual do Sinai, Deus encetou um plano de convivência e coabitação com o povo de Israel, os descendentes de Jacó, morando em uma Tenda especialmente destinada à Sua morada nesta Terra, e assim caminhou com eles por cerca de 490 anos, até que Salomão, filho de Davi, edificou-Lhe uma casa ampla, vistosa, excelente aos olhos dos homens, para mostrar a Sua glória entre as nações.

Deus então parou de manifestar-Se entre o homens? Se a nossa leitura da Bíblia prosseguir, veremos que não.

Em II Crônicas, capítulo 6º, o autor deixou escrita uma oração de Salomão, na qual este pediu a Deus a consagração do Templo recém-construído e a Ele dedicado. Era pelo ano 960 A.C. Foi durante uma celebração especial que ficou marcada por um raro acontecimento, em que o Criador dos céus e da Terra mostrou a Sua Presença.

Em II Crônicas, capítulo 7º, lemos que um fogo veio do Céu e queimou os holocaustos e os sacrifícios apresentados no altar também inaugurado naquele mesmo dia.

Uma nuvem espessa já estava preenchendo todo o recinto do Santuário, e um brilho excepcional preencheu aquele ambiente, de forma que os sacerdotes mesmo já nem puderam entrar na Casa do Senhor. Era Ele, ali, manifestando uma partícula de Sua glória.

Os israelitas que presenciaram esta cena de visitação com o poder de Deus, com fogo e glória sobre a Casa do Senhor, impressionados com o fenômeno, encurvaram-se com o rosto em terra, adorando-O e louvando-O. Era a maneira mais cabível deles mostrarem que se sentiam extremamente honrados e abençoados ao usufruirem de um privilégio daquela incomensurável dimensão. O Criador do Universo deixou clara impressão de que, entre todos os astros, constelações e galáxias, Ele deu maior importância à Terra, e em especial, à Terra da Promessa que Ele prometeu aos filhos de Abraão, e mais em especial ainda, dando uma resposta tácita à oração feita naquele monte Moriá.

Salomão e o povo então ofereceram um sacrifício de 22.000 bois e 120.000 ovelhas. Uma festa de sete dias foi feita juntamente com todo o povo de Israel, que depois se emendou com mais sete dias da Festa dos Tabernáculos. Não porque lhes tivesse sido exigido isto, mas esses números indicam-nos a vontade de prestar um culto digno da dimensão de Deus. Ele o viu, percebeu, e resolveu aceitá-lo, e isto é o que decide toda a questão.

Mas tem mais!

Essas manifestações da presença de Deus junto ao Seu povo não ficou só nisso. Depois do vigésimo terceiro dia do sétimo mês, mês de Etanim (ou Tisri, que corresponde a outubro), o rei despediu o povo para suas tendas, e então…

À noite, em sonho ou visão, apareceu o Senhor a Salomão, e lhe falou várias coisas, que passamos a resumir nas linhas abaixo:

1 – Ele disse que ouviu a oração de Salomão e resolveu aceitar aquela Casa para ali estar e receber o sacrifício de louvor e a adoração de Seu povo.

2 – Com relação às petições feitas pelo rei de Israel, Deus responde que, em caso de haver (a) secas, (b) pragas de gafanhotos ou (c) pestes entre o Seu povo, haveria um livramento condicionado a certas atitudes dos Seus, como segue:

  • Se o Seu povo, povo que se chama, isto é, é assumidamente povo de Yaweh:

  • a) Humilhar-se

  • b) orar

  • c) buscar ao Senhor

  • d) Arrepender-se dos maus caminhos

Então, preenchidas estas condições, Deus promete que agirá da seguinte forma:

  • Ele ouvirá dos Céus

  • Perdoará os pecados

  • Sarará a terra.

E mais:

  • Os Seus olhos estariam abertos e os Seus ouvidos à oração que se fizesse naquele lugar.

  • O Seu coração estaria fixo sobre aquela Casa todos os dias, dia após dia.

Alegre-se muito, pois estas promessas valem também para nós nos dias de hoje.

Quanto ao reinado de Salomão, mais promessas foram feitas: se este andasse em fidelidade diante de Deus, Ele confirmaria o seu trono e o seu domínio seria abençoado.

Se, porém… (eis então o outro lado da moeda)

Uma advertência (v. 19) é feita a quem fizer mau uso do livre arbítrio para romper com essa aliança. Quem quiser menosprezar esta comunhão com o Deus Vivo, único verdadeiro (os restantes na verdade são pretensos deuses), e afastar-se dEle, com toda certeza irá perder: não somente as bênçãos espirituais que trazem alegria, amor, paz e felicidade, dons que são dados de graça aos fieis adoradores; mas perderá também as bênçãos materiais, dadas pela bondade, prodigalidade e boa vontade de Deus.

Neste último caso, os israelitas seriam arrancados da terra que o Senhor lhes dera, e até a Casa que Salomão edificara para Ele seria totalmente destriída, ao ponto de pasmarem os que assim testemunhassem tal desgraça.

Assim Deus falou outrora com os antigos, e muito embora pensem alguns que Ele já não nos fala e nem Se manifesta entre os homens de maneira clara, estes enganam-se.

Muitos se dão ao ceticismo, ao ateísmo ou até ao antiteísmo, por não admitirem que Deus se mantenha invisível diante dos olhos dos homens, o que lhes parece oferecer distância decisiva para que se deixem levar por uma crença espiritual.

Ao chegar, no entanto, a plenitude dos tempos, Deus enviou o Seu Filho Unigênito, Jesus, o Cristo, para falar face a face com homens, mulheres e crianças, tão humanos quanto Vc e eu. Isto foi muito maravilhoso. Maravilha das maravilhas. O Criador renunciou por 33 anos ao Seu perfil de glória celeste, e fez-se criatura e viveu entre os de nossa raça, trazendo-nos um aluvião de ensinos vindos do Pai Celeste, através da Palavra que Cristo nos deixou.

O Deus que no passado não aceitou que ninguém tocasse no monte Sinai sob ameaça de morte aos desprecavidos, que fez tremer a Terra quando ali pousou seus pés para falar com Moisés e Israel com voz de trovão, que fez cair fogo do céu que consumiu os sacrifícios do altar e encheu de fumaça e brilho de glória o templo construído para Ele por Salomão, enfim chegou a este mundo em forma humana para cumprir a Sua missão por amor a pecadores.

Jesus não precisou escrever nada, porque tudo quanto fez e o que falou ficou indelevelmente gravado nas memórias dos Seus discípulos, e estes nos legaram a Sua Palavra através dos escritos do Novo Testamento.

Isto nos demosntra que Deus não somente está muito interessado em fazer parte de nossas histórias como também em interferir nelas, manifestando-Se quando achar necessário ou conveniente.

Há um problema muito sério e que verazmente nos incomoda: é o pecado, porque este provoca ardor e nojo às narinas de Deus e nos afasa da Sua Presença. E todos os homens pecaram, para sua própria desgraça e infelicidade, criando uma barreira de separação.

Mas até para desfazer a barreira que os homens criam, para isto Ele nos ajudou, fazendo algo que visava a estreitar a distância que nos separa dEle.

Ele permitiu que o Seu Filho morresse em uma cruz, mesmo submetendo-O a uma terrível morte nas mãos de homens pecadores, a fim de que o Seu sangue fosse derramado – para lavar-nos das nossas culpas e propiciar-nos a reaproximação com o Pai.

O Seu sangue nos fala muito, ainda hoje. Fala que o Rei da Glória não poupou a Si mesmo só porque Ele desejava muito que cada um de nós não fosse punido com uma sentença de morte eterna, no julgamento final do Tribunal do Céu, condição em que poderíamos ser eternamente distanciados do Seu Reino de luz.

Assim, o Seu sangue derramado na cruz continua falando e apregoando-nos o incomparável amor que Deus tem por nós.

Este Seu sangue, uma vez vertido, traz-nos ao mesmo tempo uma mensagem terrível: de que Deus não admite e nem tolera o pecado, e que pecadores têm que ser punidos com a morte.

A mensagem mais importante, porém, é que o sangue de Jesus, que escorreu daquela cruz, nos fala que Ele decidiu agir assim, e o fez: colocou-Se em nosso lugar naquela sexta-feira, aquela parasceve em Jerusalém.

Sangue escorrendo é um espetáculo nada agradável de se ver, este é o consenso geral, mas o sangue do Santo Filho de Deus atrai os nossos olhos com atenção para aquela cruz, faz-nos parar para refletirmos melhor, sentir muito profundamente por aquele sacrifício tão radical, de um homem justo, sem pecados, que nos amou até o fim, mesmo sofrendo os horrores daquela morte tremendamente dramática, tão malfazeja para Ele, e que por causa do beneplácito da Sua vontade, foi tão benfazeja para nós, que nos arrependemos diante do Seu ato extremo de amor.

Estes são dois sentimentos conflitantes, paradoxalmente não excludentes, que nos são provocados pelo sangue que Jesus deixou correr de si mesmo naquela cruz:

a- um sentimento de contrição, quebrantamento e uma sensação de lamento muito profundo, porque sabemos que Ele jamais pecou, jamais fez algo que merecesse tamanho castigo. Algumas pessoas, ao contemplá-lo, choram, soluçam, sentem que seus corações estão sendo rasgados ao meio, algo que aparenta não ter nenhuma palavra ou gesto que as console.

b- Por outro lado, devido ao hapeas corpus a que a morte de Cristo nos facultou, um sentimento de gratidão, de um amor plenamente correspondido pelo Deus que Se fez homem, habitou entre nós e que, tendo descido da Sua glória, incomodou-Se tanto por pecadores, por pessoas que não reuniam méritos à altura de serem por Ele tão prestigiadas ao ponto de tomar a nossa cruz sobre os Seus ombros, e rumar ao monte Calvário para ali verter o Seu sangue até morrer.

Graças a Deus, Ele não ficou na morte, e os que nEle crerem tampouco o ficarão.

Há, pois, uma consolação aos que se sentem solidários ao Filho de Deus: apesar de ter sofrido tão terrível morte em nosso lugar, Jesus ressuscitou naquele domingo de Páscoa, e Ele nos convida a nos assentarmos à Sua mesa, e desfrutarmos da comemoração da Sua santa Ceia, a Ceia do Senhor!

Ele apareceu para mais de quinhentos discípulos ( I Coríntios 15:6) depois de haver-Se mostrado ressurreto em várias ocasiões, junto aos Seus mais íntimos, fazendo ressurgir a maior alegria, que veio depois a compensar e sobrepujar o drama do Calvário.

Ele vive! Está vivo! Aleluia! E quer estabelecer comunhão conosco!

Pois venha! Ele lhe convida!


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