II REIS – VI – O QUE TENS À MÃO?

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noviembre 17, 2017 by Bortolato

De que V. dispõe agora? ainda que seja bem pouco aos seus olhos, é a partir de um relativo ou mesmo um absoluto “nada” que Deus pode, com Suas mãos, transformar em um grande prodígio.   Nesta área, tudo é possível.

Esta é uma das especialidades de Deus.  Do nada, Ele faz tudo.  De pequeninas coisas, surgem  enormidades absurdas.

Observem-se as sementes de árvores: uma paineira pode soltar centenas e centenas delas ao vento.   Muitas irão perder-se, mas ninguém pode negar que algumas, ou pelo menos uma será levada à terra fértil, onde se assentará, será coberta pela poeira, pela chuva, morrerá e germinará, dando origem a uma planta que promete vingar e ser uma grande árvore.  Como prova disso, hoje vemos muitas e muitas paineiras espalhadas por toda parte.

Não foi isso que Jesus falou sobre um grão de mostarda? Este morre na terra, germina, cresce e torna-se em uma grande árvore (Mateus 13:31, 32), onde os pássaros vêm e aninham-se.

Quando Moisés avistou a sarça ardendo no monte Sinai, e esta não se consumindo, o Senhor, ao vê-lo aproximar-se, chamou-o e o comissionou como profeta Seu, para voltar ao Egito, a fim de libertar o Seu povo.   Moisés quis escusar-se e declinar da honra de assumir esta incumbência, dizendo não ser ninguém à altura de dar aquela ordem ao Faraó – ao que o Senhor diz-lhe que Ele mesmo iria com o Seu profeta.   Moisés ainda falou que não creriam nele e diriam que o Senhor Yaweh não lhe aparecera, e ele seria tomado por um tolo entusiasta que perdeu o juízo.

Deus então fala a Moisés: “ que é isso que tens em tuas mãos?”

Não era dinheiro, ouro e nem prata, nem vestes reais, nem arma alguma, nem lança e nem espada, e nem mesmo as rédeas de um cavalo.   Moisés não tinha sequer um carro de guerra, e nem uma armadura que impusesse algum respeito.   Um grande arsenal para armar aos seus patrícios?  Nem de longe.  Nem pensar.   O que ele tinha em sua mão?   Era apenas um bordão.  Um simples bordão, um pedaço de pau, colhido da natureza, que era usado para ajudar Moisés a conduzir o rebanho de seu sogro no meio do deserto.   Algo que era para ser usado por um pouco de tempo e depois, com o uso, rachando ou quebrando-se, teria de ser lançado fora como lenha a ser queimada, ou simplesmente abandonado, e nada mais.

Deus escolheu aquele simples objeto para caracterizar o ministério de um homem que havia fugido do Egito, um procurado pela justiça, marcado de morte pelo Faraó, escondido no deserto árabe, para fazer milagres inigualáveis através do mesmo.   Esta história é tão febricitante que alguns chegam até a duvidar, mas o povo hebreu está vivo até hoje para confirmar o ocorrido.

Aquele bordão transformou-se em uma serpente.  Os magos do Egito, James e Jambres, estavam até acostumados a fazer este tipo de encantamento, e também fizeram o mesmo com seus bordões, mas a serpente que veio do bordão de Moisés devorou as demais, em sinal de que magia alguma poderia deter a mão de Deus, que veio a multiplicar milagres ali – através de um simples bordão nas mãos de Seu profeta.  E as coisas não ficaram só nisso…

Aquele bordão foi usado também para outros prodígios.   Transformou as águas do rio Nilo em sangue, ao tocar nestas; fez subir numerosas rãs que encheram a terra do Egito: transformou o pó da terra em muitos piolhos: tantas foram as maravilhas, que Moisés, em certo ponto dessa história, nem precisou do bordão para operar algumas delas.  É evidente que o bordão não era um objeto com algum poder intrínseco de si mesmo.   Era um nada nas mãos de Moisés, que Deus quis usar para mostrar o Seu poder.

Em frente ao mar Vermelho, também, Moisés apenas estendeu a mão, levantando ao céu aquela tosca vara de madeira, e veio um forte vento que fez o mar retirar-se à sua frente, e o povo pôde passar livremente;  depois de passarem, foi só estender a mão sobre o mar, e este se fechou novamente, afogando naquelas águas a ameaça dos egípcios, com seus carros e cavaleiros (Êxodo, capítulos 7 a 14).   Quem hoje pôde pesquisar o fundo daquele grande braço do mar, também pôde constatar os restos dos carros, e ossos dos cavalos fossilizados.

Gideão, por sua vez, não precisou de 32 mil voluntários israelitas para vencer a uma multidão de  inumeráveis midianitas, unidos a amalequitas e outros povos do Médio Oriente.  Mas de quantos homens ele precisou?  Milhões?  Não, mas Deus lhe deu a vitória sobre inimigos tais que cobriam o vale como gafanhotos em uma nuvem, os quais estavam municiados de armas e camelos sem fim.  Quem os avistava de longe os via como a grãos de areia que cobriam a praia do mar (Juízes 7:12).   A vitória veio a Gideão através de apenas 300 homens escolhidos apenas pelos critérios de Deus.   Era como uma gota dágua que venceu um oceano.

Sansão, capturado por filisteus que queriam ver a sua morte, precisou de apenas uma queixada de jumento para lutar contra mil soldados e aniquilá-los todos (Juízes 15:14-15).  Sozinho?  Bem, não é bem assim.   O Senhor lutou ao seu lado, fortaleceu-o, deu-lhe habilidades incríveis para manusear uma queixada de jumento como se fora uma espada rígida, leve, e eficientíssima.  O Senhor também fez aquele pedaço de osso mais duro do que o metal das espadas filisteias.  Parece mentira?  Impossível?   Para Deus, todas as coisas são possíveis.

Deus quis usar e usou apenas um menino, cuja mãe o entregou ao sacerdote para ser aquilo que o Senhor bem o quisesse, e fez do mesmo um profeta: o profeta Samuel, e através deste, logrou fazer o Seu povo entender o que Ele estava para fazer em Israel.  Deus queria um coração puro, sem contaminação, uma tabula rasa, onde Ele pudesse imprimir a Sua Palavra – e encontrou-o na alma de uma criança.

Davi, ainda jovem, iniciante e inexpressivo como guerreiro, ao ponto de não suportar o desconforto de uma armadura, destreinado e desajeitado para usar uma espada ou uma lança, logrou vencer a Golias, o gigante jactancioso e tido por invencível.   De que dispunha ele para enfrentar tamanho desafio, tanto na estatura como em armas e experiência de guerras?   Todos o viam como um tolo, que tinha quase cem por cento de chance de ser morto nos primeiros golpes do gigante, e ele conhecia bem essa probabilidade, mas contrariando a todas as estatísticas e apostas contra si, ele confiou no Senhor Yaweh e precisou apenas de UMA pedrinha lisa, colhida do ribeiro, para arremessá-la com uma funda… e zás!  Foi fatal, venceu e se tornou para sempre em um modelo dos pequeninos que não temem enfrentar aos maiorais, e, ao efetivamente confrontá-los, vence-os – em nome do Senhor dos Exércitos.

Em II Reis, capítulo 4º, nos primeiros versículos, encontramos o relato da história de uma mulher dos discípulos dos profetas, a qual ficou viúva, e estava devendo uma importância tal que não tinha condições de pagar ao seu credor.

Devemos notar que naquela época, dentro daquela cultura, não havia previdência social.   O que as mulheres viúvas e sós sofriam com isto era invariavelmente um transtorno humilhante para elas, e poucas eram as que ainda puderam vislumbrar um golpe de sorte que as contemplasse com uma saída honrosa pelo restante de seus dias.

Aquela pobre mulher tinha dois filhos, acerca dos quais não sabemos muita coisa, como a idade, por exemplo, mas presume-se que ainda eram jovens ou adolescentes. Estes não tinham uma independência econômica de modo que pudessem ajudar a sua mãe naquela situação vexatória – a não ser que se entregassem a credores para serem escravos, o que já estava prestes a acontecer, mas… e depois?   Com a família desmantelada, como ficaria a sua mãe?   Quem cuidaria dela?   Quem lhe traria os suprimentos necessários para que ela pudesse viver?   E onde? Ela teria que viver de esmolas e da misericórdia de terceiros.   Esta situação era muito triste.   Se os filhos daquela mulher lhe fossem tirados, além do trauma da morte do marido, a separação destes seria seguida da um futuro muito incerto e cheio de amarguras.  Este fantasma sondava-a, e lhe fazia perder o sono das noites, roubando a sua paz.

Chegou o dia em que o seu principal credor havia acabado de lhe bater à porta, para levar cativos os seus dois meninos.  A pressão sobre a cabeça daquela mulher estava afligindo-a, tendendo a levá-la ao desequilíbrio.   Ela ficou aflita.

Não havia solução plausível ao seu alcance, e é assim que muitas famílias sofrem neste mundo.   Não sabemos e nem podemos julgar por que esse destino era e ainda é tão cruel para tantas mulheres.

Deus, porém, o sabe, e conhece cada lágrima vertida, e a razão de cada uma delas que rola pelos seus rostos – e não por acaso, Ele havia feito de Eliseu um profeta Seu, o qual ficou conhecido por meio do exercer do dom que Yaweh lhe dera.

Um profeta de Deus!  Um homem que ouve as palavras que o Senhor diz!   Consultá-lo seria o mesmo que consultar ao Deus de Israel, o Todo-Poderoso!   É uma luz no final do túnel, mas que brilhava forte.   Nada se pode exigir do Senhor, mas tudo pode ser dado àquele que crê.   É  uma esperança, quem sabe o que Ele irá falar?  Não custa, pois, ir ao seu encontro para sabê-lo.   Naquela circunstância, buscar ao profeta do Senhor era também buscar ao Senhor.

Aquela viúva saiu de sua casa, e foi queixar-se de sua sorte para o profeta de Yaweh.   Ela sabia que não tinha recursos para sair daquele drama, e tampouco sabia o que poderia ser feito para ajudá-la a desvencilhar-se daquele drama, mas ainda restava a pequena possibilidade de haver uma reunião dos discípulos e profetas, e se todos a ajudassem, fazendo uma espécie de ação entre amigos, juntando suas poucas economias daqui e dali, alguma coisa boa poderia despontar, e talvez pudesse aliviar aquela situação tão incômoda.

Não foi assim que essa questão foi resolvida.  Deus tem os Seus métodos, e os Seus pensamentos a respeito de cada um de nós.  Precisamos tomar ciência do que Ele tem intenção de fazer – e poderá ser algo inusitado, insólito, e totalmente diferente do que as pessoas pensam…

O Senhor sabia que ela tinha em casa, ainda: um pequeno resto de suprimento, uma botija de azeite, e com o Seu Espírito, inspirou a Eliseu para inquirir sobre o que lhe restava, depois de tudo aquilo.

Uma botija, somente isto.  Um frasco de barro que tacitamente anunciava que, uma vez consumido o seu conteúdo, em pouco tempo o estoque deste também seria levado a zero, e nada mais.

Para que servia o azeite?   Tirado das prensas de oliva, o azeite era usado para a confecção de pães, bolos, e coisas afins.   Era preciso que fosse adicionado a alguma farinha – de trigo, de centeio ou de cevada, para ser o ingrediente de alimentos.   Outra utilidade: naquelas paragens onde o clima seco e quente ressecava a pele dos trabalhadores e viajores, esse óleo também era usado como se fosse um cosmético para aliviar a sequidão do estio.

Às vezes também era esse óleo usado como ungüento para fazer limpeza e até um certo tipo de assepsia em feridas, tanto em homens como em animais.

Como símbolo do Espírito Santo, o azeite foi e ainda hoje é usado para ungir enfermos, para consagrar ministros, bem como o foi para ungir a Aarão e seus filhos para o sacerdócio, e assim também ao jovem pastor de ovelhas chamado Davi, com vistas a fazê-lo rei em Israel.

Ao ouvir daquela viúva o quadro crítico que ela apresentava, Eliseu recebeu uma direção de Deus, e pede-lhe que tome emprestadas muitas vasilhas, vasilhas vazias de seus vizinhos, tantas quantas puder consegui-las.  Vasos, recipientes grandes ou pequenos, do tamanho que fossem, mas muitos deles, mas na condição de vazios.   Para quê?   O profeta não o revelou de início, mas como ele ordenou, a ordem procedeu do Trono do Céu, não é para se questionar, mas para somente crer, e agir, certo de que algo bom irá acontecer…

O profeta lhe dirige mais uma palavra vinda do Céu para abençoar àquela família então em grandes dificuldades:  aquela pequena botija de azeite iria fazer fluir e multiplicar muito do seu óleo, sem cessar, até preencher aqueles vasilhames todos.  Haveria o milagre da multiplicação diante dela e de seus filhos.  Assim disse o profeta, predizendo que acontecerá algo maravilhoso.   V. creria, como aquela mulher o fez?

A mulher foi para casa e fez como a voz de Deus dissera a Eliseu, e assim foi, conforme profetizado.   Fechou as portas de sua casa, ali se confinou, só ela com seus filhos, agindo sob a Palavra de Deus, com o coração na expectativa de receber a bênção de Deus, e começou a operação de uma maravilha.   A botija parecia até ser mágica.   Não cessava de transbordar o seu óleo.  Mais e mais, mais e mais, tantas quantas foram as vasilhas disponíveis, emprestadas dos vizinhos.   Todos aqueles vasilhames ficaram cheios, não ficou nenhum deles vazio, e só então a botija parou de verter azeite.

O Senhor formou-lhe um enorme estoque de óleo de olivas.  Sem oliveiras, sem empregados para colher azeitonas e sem recursos para isto, sem sequer ter de usar uma prensa para extração do óleo, e sem uma centrífuga para beneficiá-lo, a casa daquela viúva foi improvisada para armazenar o resultado de uma bela colheita.

Assim trabalha Deus.  Exalta aos humildes, enriquece ao que nada tem, da escassez traz uma abundância, da angústia faz nascer a alegria da libertação.  Deus usa as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias, e as que nada são, para confundir as que são.

“O que é que tens em tuas mãos?”  Parcos recursos?  Pouco dinheiro?  Poucas provisões?   Tudo está se acabando, de modo a esboçar o fim de tudo?  Calma.  Chorar, gritar, espernear, fazer um escarcéu não vai adiantar nada.   Confiar no Senhor, sim.   Esta é a melhor pedida.

Deus tem os Seus profetas.  Ah, mas estes são Seus porta-vozes.   Se Ele disser: – “multiplique-se!”, então milagres acontecerão, como no dia da Criação!   Esses profetas são como alto-falantes através dos quais a voz do Céu pronuncia as Suas Palavras – e então coisas tremendas acontecem.   Felizes os que encontram esses porta-vozes de Deus, e buscam a Sua Palavra.  Ele falará de paz ao Seu povo, contanto que este não se volte para outros caminhos, para cisternas rotas que não retêm as águas.

Mais um detalhe: todo milagre depende de um ato, ou uma atitude de fé.

As lutas e dificuldades desta vida, muitas vezes, nos chegam querendo amargurar as nossas almas, mas felizes e privilegiados são os que têm fé no coração, alicerçada sobre a Palavra e a Pessoa do Todo-Poderoso.

Muitas foram as viúvas desta Terra, mas pouquíssimas as que receberam milagres desta monta, tais como este que a esposa do discípulo dos profetas estava por receber.   A diferença está na fé.  Crer.  Alguém precisa crer sem duvidar, a fim de agradar a Deus com sua fé.

A palavra grega que se traduz pelo vocábulo “fé” é PISTIS, que significa: uma firme persuasão, uma crença na verdade, boa fé, fidelidade (conforme Hebreus 11:1; Romanos 14:22,23; II Coríntios 5:7; II Tessalonicenses 2:13; I Pedro 1:5).

Esta fé, porém, não deve ser apenas um corpo de doutrinas que se encaixam dentro de um sistema, um modo filosófico do pensar.   Esta tem que se mostrar ativa, com manifestações práticas, externar-se, e se expressa de diversas maneiras.   Uma delas é através da palavra pronunciada – a qual, movida pela fé, torna-se uma proclamação profética ou uma determinação viva que demole as dificuldades, como uma bomba demole estruturas dantes tidas como indestrutíveis.

Todo ser humano algum dia se vê em apertos, sentindo ausência de solução ao seu alcance, a qual lhe pudesse promover um alívio, ou um livramento, contra todas as possibilidades ou probabilidades que quiçá lhe fossem favorecer.

Aqueles, porém, que colocarem sua fé na pessoa de Jesus Cristo, estarão firmados sobre a Rocha Eterna.  Nunca se abalarão.   Em meio a tempestades proclamarão as palavras que denotam sua fé.   No meio da escuridão da noite verão o clarão da luz do Senhor.  As adversidades certamente o cercarão, como cercam a todos os viventes, mas eles verão lá adiante a chegada da realização das suas esperanças. Este é o ponto diferencial.  Não é uma fé qualquer, mas corroborada pelo poder do Salvador Jesus Cristo, o Senhor.  E Ele tem todo o poder sobre os Céus e a Terra.

Uma das maneiras dessa fé manifestar-se é procurando uma pessoa que represente fielmente o Senhor nesta Terra.  Aquela viúva, inconformada com as condições que lhe sobrevieram, buscou a presença do profeta que era conhecido por um santo homem de Deus.   Esta pequena fé se aliou à fé que Eliseu mantinha constantemente em seu coração, e esta se somou, gerou força, e produziu resultado.

Uma vez operado o milagre, ela foi logo contá-lo ao homem de Deus.  Eliseu, ao sabê-lo, disse-lhe que então ela deveria vender daquele azeite para fazer dinheiro e pagar a sua dívida – o que ela fez com muita alegria, como a alegria de um condenado à prisão que recebeu o indulto e saiu livre no julgamento da sua causa.

Ao pagar a dívida, nem foi preciso vender muito azeite.   Restara-lhe ainda muito, muito mais.  Era azeite para se vender e angariar recursos para o resto dos seus dias.   Foi o que Eliseu lhe falou: “…paga a tua dívida, e vivei do resto…”

Uma das preocupações na vida das pessoas é como fazer para conseguir obter os recursos necessários para todos os seus dias, até o final, quando as forças lhe faltarem.   Davi, ainda jovem pastor, quando ainda nem sequer cogitava em ser o rei de Israel, recebeu a revelação que acalma os corações dos ansiosos, nas palavras do Salmo 23:

“O Senhor é o meu Pastor; nada me faltará…

Deitar-me faz em verdes pastos; guia-me para as águas tranquilas;

Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da Justiça, por amor do Seu nome.

Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque a Tua vara e o Teu cajado me consolam.

Preparas uma mesa perante mim, na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo e o meu cálice transborda.

Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor para todo o sempre.”

Hemos de considerar que Jesus foi quem pagou toda a dívida dos nossos pecados, derramando no monte Calvário o Seu sangue que nos trouxe a redenção, que abre as portas para nossa vida eterna com Ele.   Esse milagre também somente Deus o poderia fazer – e o fez!   Louvado seja Deus que nos deu o indulto que nos faculta a escaparmos da condenação eterna, e sermos os privilegiados que hão de poder adentrar pelos portões celestiais, para prazer a ser desfrutado para sempre!


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