II REIS – VII – BÊNÇÃOS RECEBIDAS, PERDIDAS E RECUPERADAS

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diciembre 6, 2017 by Bortolato

V. decerto já recebeu coisas das mãos de Deus, de forma tal que se alegrou sobremaneira, pois não? E estas permanecem até hoje? Daí a seguinte pergunta:

– V. já perdeu bênçãos que havia recebido, e veio a lamentar muito por isso?   Gostaríamos muito de saber que sua resposta seria um “não”, que a sorte sempre lhe sorriu, e que jamais veio a perder coisa alguma, mas caso contrário, lamentamos por isso, mas alegre-se, porque nem tudo estará completamente perdido.

A Palavra de Deus no Evangelho de S. Lucas nos revela parábolas que versam sobre este tema: a da ovelha perdida (Luc. 15:3-7), a da dracma perdida (Luc. 18:8-10), a do filho perdido (Luc. 15:11-32).   São bênçãos que podemos ter recebido, perdido em um segundo momento, mas depois então tivemos a sorte de recuperá-las.   Que alegria, que alívio, ao recuperá-las!   Isto alegra o coração, de forma a transformar toda a atmosfera que nos envolve.

A recuperação de uma dracma perdida trazia alívio ao coração de alguém que dependia do valor da mesma para realizar alguma coisa a curto ou curtíssimo prazo.  Apesar de ser relativamente de pequeno valor, em uma economia pobre as dracmas eram empregadas para operações de pequena monta, mas que envolviam necessidades básicas, o que significa que, se uma só que se perdia, não raro, levava o que a portava a problemas aflitivos.

Recuperar uma ovelha perdida pode parecer algo que nem tanto valor tem, mas tudo depende de certas características da referida ovelha.  Se, por exemplo, o animal era uma matriz que gerava outras, a perda chegava a ter um valor que excedida ao de uma simples ovelha.

Ovelhas são animais, mas quem disse que animais não recebem atenções e carinhos de uma família?   Alguns desses são  tratados como se fossem filhos.

Certa vez, ao entrarmos em um elevador do prédio onde residimos, encontramos um vizinho que estava chorando.  Um homem de meia idade, com cerca de 1,90m de altura, corpulento como seguranças particulares de pessoas importantes, que… chorava!

Não perguntamos o porquê de seu pranto, mas ao nos cumprimentarmos, ele logo foi pedindo desculpas.  O que o estava entristecendo era a morte de um cãozinho de raça poodle, por quem ele tinha uma estima muito profunda.   Perder um animal assim é como perder um ente mui chegado da família.  É doloroso, dá pena ao vermos.

Soubemos de um casal que adotou um elefante macho na África.   Eles o criaram desde sua infância.  Considerando a idade do casal, calcularam o tempo de vida que o animal tinha á sua frente, e viram que era muito provável que o mesmo viveria longos anos além do tempo de vida estimado para seus “pais adotivos”.

Cientes de que os elefantes guardam profundas saudades dos seus companheiros de viagem e sofrem muito com isto, preocupados com o trauma e a dor da separação, o casal então se dispôs a adotar mais um outro da espécie, e logo encontraram um outro exemplar, este de sexo feminino, e os dois cresceram juntos – assim, na falta dos pais humanos, eles poderiam ser mais confortados, tendo um ao outro como companheiros.

Quando, porém, se fala em perder filhos, sejam estes do sexo que forem, a dor da separação se torna, muitas vezes, um grave peso a ser carregado na alma pelo resto dos dias de seus pais.

Em II Reis, capítulo 4º, versos de 8 a 37, lemos a história pitoresca de um casal que não tinha filhos.   Este problema não é tão exacerbado dentro de algumas culturas, como a da China.

Na cultura hebraica, nos tempos do Antigo Testamento, porém, as coisas eram bem diferentes.  Mulheres estéreis eram frequentemente desvalorizadas.  As que logravam alcançar o status de mães eram supervalorizadas.

Não temos ciência dos nomes desse mencionado casal.  Sua história aparece dentro de narrativas de fatos surpreendentes que ocorreram durante o ministério profético de Eliseu, que viveu em meados do século IX A.C., mostrando-nos que o referido profeta não era atido somente a problemas de cunho político, tendo deixado uma influência marcante não apenas entre reis, mas também junto a discípulos seus, e junto ao povo.

A mulher citada era uma rica moradora da cidade de Suném, identificada hoje como Sulam ou Solem, localizada ao sopé do Pequeno Hermon, ao norte de Jezreel, na planície de Esdrelom.

Um dia ela, munida de um espírito de hospitalidade, prestou atenção sobre a pessoa de Eliseu, que por ali passava com certa freqüência, e insistiu que o mesmo entrasse em sua casa, convidado a ser contemplado com uma refeição.   Uma pequena gentileza, até comum entre pessoas de boa índole, que desejam cultivar a amizade de outros, sem nenhum interesse.

Eliseu, diante de tão boa vontade, acaba por aceitar aquele gesto de atenção da sunamita.  Como rejeitar algo assim, quando se está caminhando longas jornadas, quando o estômago e todo o organismo pede por um reabastecimento?   O convite veio-lhe bem a calhar.

Aquele primeiro contato foi seguido de outras e outras ocasiões, de tal forma que a mulher pôde notar com quem estava lidando, a quem ela estava estendendo aqueles pequenos favores.   Afinal, não seria possível deixar de notar quem era Eliseu, o profeta que herdou a porção dobrada do Espírito que estava sobre Elias, seu discipulador que fora arrebatado para o Céu, sem ter visto a morte.   Coisas extraordinárias preenchiam o currículo do tal homem, o que era sempre alvo de comentários da parte dos que o conheciam – e a sunamita pôde ouvir essas histórias, vez por outra, vindo a formar uma ideia melhor de seu convidado…

A vida de um profeta como foi a de Eliseu não foi fácil, embora nem tão dura quanto a de Elias, mas sua posição no quadro profético exigia que este viajasse bastante, com o firme propósito de difundir a fé no meio de todos os cidadãos de Israel, uma vez que o baalismo já havia sido bem desprestigiado diante dos olhos de boa parte do povo.   Era então a hora e a vez de pregar-se a Palavra de Deus, não dando lugar ou espaço para que alguém se voltasse à idolatria.

A sunamita percebeu que aquele era um profeta, e não somente isto, mas alguém muito precioso os olhos de Yaweh, um santo homem, um instrumento hábil nas mãos de Deus, que operava maravilhas, como Seu intermediário.

Ela era uma fiel adoradora do Senhor Yaweh, e os seus olhos estenderam sua visão para mais além: ela quis que Eliseu tivesse um quarto de hóspedes junto à sua casa.   Não uma tenda, mas uma dependência a ser construída sobre o teto da casa, com um acesso independente, dando a ele uma ampla liberdade para que, sempre que o quisesse, voltasse ali para pousar, sentir-se bem recebido e acomodado.  E assim foi feito.

Ora, quem recebe assim a um profeta de Deus, na qualidade de profeta, tem galardão de profeta.   A hospitalidade é uma bênção que se desdobra em outras inesperadas, pois houve quem teve o privilégio de hospedar anjos em sua morada.

Um coração generoso como aquele da sunamita era bastante aberto, onde só caberiam as recompensas de Deus.

Ao desfrutar daquela bênção, o espírito de Eliseu começa a ser inquietado pelo Espírito de Deus.   Ele, sem ter dispendido um centavo sequer, recebeu completamente de graça um quarto particular, onde tinha uma cama, uma mesa, uma cadeira, e um candeeiro para iluminar o recinto.   Tudo isto foi especialmente destinado ao repouso e permanência do profeta para toda ocasião em que necessitasse passar pelo local – sem se contar com as refeições que ele podia ter, juntamente com seus discípulos e seu assistente, Geazi.

Criou-se de repente, espontânea e voluntariamente, uma parceria entre Eliseu e aquela bondosa mulher, a qual, sem nenhuma pretensão, passou a colaborar com o seu ministério profético.

Eliseu, sentindo-se grato por tantas atenções, quis também oferecer-lhe algum préstimo, mas sem saber como.   Pensou que talvez o casal poderia ser beneficiado com qualquer favor do rei, que era um velho conhecido seu, ou porventura eles quisessem ser abençoados por um serviço de guarda ou patrulhamento militar em suas proximidades.   Quem sabe?

Eliseu chama-a, e lhe propõe servir de intermediário entre o casal e as autoridades locais, ao que a sunamita declina de quaisquer propostas, escusa-se, sugerindo que está tudo bem, pois ela sente-se bem estabelecida naquele lugar, habitando no meio de sua parentela, não ambicionando tampouco a cargos ou títulos junto à casa real.   Ela mostrou-se assim ser do tipo daqueles que têm prazer em fazer o bem a quem quer, sem nenhuma ambição.

O diálogo parecia ter terminado por ali.   A mulher, assim pensando, vai voltando-lhes as costas para ir aos seus aposentos.

Enquanto isso, Eliseu vai confabulando com Geazi sobre o que se podia fazer por ela.  Seu espírito não estava satisfeito com a resposta que recebera.

Geazi, por alguma providência divina, sabia que ela não tinha filhos, e que seu marido era já velho.   O caso era quase como o de Sara e Abraão, que, aliás o tornava em ocasião propícia para a operação milagrosa da mão de Deus.  Afinal, Isaque, Samuel e Sansão foram figuras que por si só haviam testificado que a fertilidade era apenas um detalhe que está sob controle do poder de Deus, que o concede a quem Lhe aprouver.

Eliseu manda chamá-la novamente, e lhe profere as palavras que a mulher mesma não podia crer: que ela abraçaria um filho, um fruto de seu ventre, dentro de um ano.   Isto de fato, chegado o tempo apontado, veio a acontecer, para alegria daquela família.  A bênção veio carimbada com o selo de Deus, aprovada no Céu e recebida na Terra:  ela deu à luz um menino.   Isto mudou a vida daquela casa…

 

A BÊNÇÃO PERDIDA:

Nem tudo são flores nesta vida.  Espinhos também as acompanham.   Certo dia, o menino, tendo já crescido, saiu ao encontro de seu pai, que estava junto à sua seara, pois era tempo de colheita.

O sol, o calor forte e outros fatores contribuíram para que uma inesperada dor de cabeça acometesse o menino.   A dor era insuportável, e aquelas condições do campo não faziam o melhor lugar para ele reanimar-se.

Seu pai, ocupado que estava com os trabalhadores que contratou para aquela sega, não viu o caso como algo muito grave, mas também não teve outro jeito senão pedir a um dos moços que ali estavam para que levasse seu filho para casa.

Em lá chegando, sua mãe logo o acolheu, ouvindo suas queixas e tomou-o nos seus joelhos, tentando acalmá-lo, mas a dor não cessava.   O carinho de uma mãe sempre é bem-vindo, mas isso não é o suficiente para sanear uma dor cuja causa era desconhecida, e aumentava mais, dando a impressão de que aquela pequena cabeça estava prestes a estourar.

Este episódio se desenrolou assim, até que chegou o meio-dia, quando então ele veio a falecer.   Triste cena, mas a sunamita tinha um trunfo dentro de seu espírito, que não admitia aquilo: sua fé.   Onde há fé do tamanho de um grão de mostarda, montanhas são removidas.  Ela cria no Deus de Eliseu.

A concepção daquele filho fora um milagre com que ela não estava contando.   O Senhor formara aquela pequena vida dentro de seu ventre, só para subtraí-la depois?   Isto não cabia dentro do seu entendimento.   Não podia ser assim.   Não é do feitio de Deus enganar as pessoas, e ela sabia disso.

Seu coração, muito embora em frangalhos, ainda não perdeu as esperanças, mesmo diante da morte.  Se a sua conceição fora um milagre, ela se via no clima da graça de Deus, e não hesitou em buscar a quem deveria saber do ocorrido: o Seu profeta, a fim de dar-lhe ciência do fato e apresentar-lhe sua causa.

Era ainda meio-dia quando ela fez cálculos.   Suném distava do Carmelo cerca de 40 quilômetros.   Carmelo era um lugar muito significativo, onde Elias fez fogo do céu cair, e forma eliminados 450 profetas do demônio que era representado pelo deus Baal.  Eliseu estava constantemente por ali, e ela sabia do seu paradeiro.

Um homem que caminhasse calmamente por essa distância, levaria cerca de oito horas, só para fazer o percurso de ida, mas havia uma outra opção: ir até lá sobre o lombo de uma montaria – e foi o que ela pediu ao seu marido, para executar o trajeto com rapidez.

Primeiramente ela levou o corpo do menino até a dependência que construíra para Eliseu, ali sobre sua casa, e deitou-o no leito do homem de Deus.

Então ela pediu ao marido uma das jumentas e um moço para acompanhá-la.   O marido se admirou ao ouvi-la, e, supondo ainda que o filho estava vivo, e questionou-a quanto ao repentino ensejo.  Não era dia de festa religiosa; logo, para que a pressa?   Ela não o informou do ocorrido sinistro, mas insistiu no pedido.   Queria que se albardasse um animal, pois intentava ir até o Carmelo e logo voltar.    O velho marido, mesmo sem entender, em respeito à fé religiosa de sua querida esposa, não discutiu mais, e enviou-lhos, conforme a solicitação.

Uma vez sobre a montaria, disse ao rapaz para guiá-la e andar com determinação e a máxima rapidez para irem diretamente e sem detença até onde Eliseu se achava.   Foi um esforço um tanto sacrificado, mas quando se tem uma necessidade premente, que só Deus pode nos valer, tudo vale a pena para ir ao encontro do Soberano Deus, esperando ser galardoados pela Sua bênção.

Ela ia orando pelo caminho, pedindo misericórdia para sua família, e em especial para seu filho, que lhe pareceu ter passado pela ponte que cruza entre a vida e a morte.   O caso exigia atitude radical, não havia possibilidade de fazer concessões para dúvidas ou pensamentos negativos.   Ela tinha um propósito fixado firmemente em sua mente e seu espírito, e não iria desistir.  Pois é assim que os grandes milagres são cevados até acontecerem.

Quase ao crepúsculo daquele dia de batalha espiritual, ela e o rapaz chegam ao Carmelo.  Eliseu logo a avistou ao longe, e enviou Geazi para lhe perguntar se tudo lhe ia bem.

Ao ser interpelada pelo discípulo do profeta, sua resposta foi “shalom”, significando que tudo ia de fato muito bem.   Ela não veio até ali para falar com discípulos, mas para apresentar sua queixa àquele que lhe profetizou a vinda daquela criança ao seio de sua família.

Chegando-se diante do profeta, então foi que o espírito dela se abriu, e, caindo aos seus pés, ela parecia haver-se desmontado de sobre si mesma.   Atitude ainda cheia de fé.   Ela não gritou, não se desesperou, não fez uma encenação para mostrar o que ia dentro de sua alma.  Simplesmente, agarrou-se aos pés de Eliseu.

Aquele cenário pareceu inconveniente para Geazi, que tentou arrancá-la, a fim de desfazer aquele abraço constrangedor, mas Eliseu o impediu de fazê-lo, pois que percebeu que algo estava transtornando o coração da mulher.

As palavras da sunamita foram breves e lacônicas.   Ela dizia não ter-lhe pedido um filho…  o que deixou patente que algo muito grave teria acontecido.

Logo que esclarecido o real estado do filho da sunamita, Eliseu diz a Geazi para ir rapidamente a Sunem, levando o seu cajado de profeta, para colocá-lo sobre o rosto do menino.

A mulher, porém, sentindo que sua fé estava estreitada firmemente por um laço de amizade  entre ela, Eliseu e Deus, disse ao profeta que não deixaria a este assim.   Eliseu entendeu o que havia naquele coração, e, mesmo depois de haver enviado Geazi, levantou-se e a seguiu.

Geazi foi rápido, chegou logo a Sunem, e fez como Eliseu havia-lhe dito que assim procedesse, mas nada de novo aconteceu.   Um pouco apreensivo ao ver que sua vinda não trouxera nenhum resultado positivo, ele vai voltando pelo mesmo caminho, quando então se encontra com Elias e a mãe da criança, e diz-lhes que o menino não despertou.

Eliseu, com fé perseverante, não se desanima.   Chegara até ali, e foi avante.   A mulher, por sua vez, não o deixaria voltar, mas nem foi preciso dizer nada.   Ambos continuaram para a casa da sunamita, rumo ao milagre das mãos do Senhor Yaweh.

Em lá chegando, Eliseu confinou-se no seu quarto, tendo somente o corpo de um menino tido por morto, jazendo sobre aquela cama onde ele muitas vezes havia repousado, e onde Deus lhe falava no meio de seus sonhos.   Aquele lugar era um lugar abençoado, e o corpo de uma pequena vida estava ali deitado, duramente frio, com o rosto amarelado, característico de um morto.   Não mais respirava, e nem o seu coração batia, o que causou espanto e dor ao coração de sua mãe.   Qualquer médico deste mundo diria que sua vida já era, e não havia mais esperanças – mas para Deus, a fé, a esperança e o amor são fatores decisivos para até contrariar o que a medicina poderia dizer.

Eliseu ali, só com aquela pequena vida que havia sido rasgada deste mundo, partindo o coração de sua mãe.

Não sabemos o que fez o profeta tomar certas atitudes, mas ele resolveu colocar o seu próprio corpo sobre o corpo da criança.   Seus olhos estavam sobre os olhos do menino, e sua boca sobre a boca do mesmo.   O corpo frio e incólume começou a aquecer-se, e logo apresentava a temperatura de um corpo vivo…

Uma outra atitude Eliseu tomou:  desceu daquela cama e andou pela casa de um lado para  outro.   Orava com insistência ao Senhor, o doador da vida, pedindo-Lhe pela restauração do espírito de vida naquele pequeno corpo ainda inerte.

Algum tempo depois de assim agir, voltou a inclinar-se sobre o menino.    De repente, um primeiro sinal de vida:  ele observa o menino espirrar sete vezes, e logo em seguida este abre os olhos.   A vida voltou-lhe plena e saudável!    A morte já não mais o detinha em seus domínios!    Aqueles momentos de angústia, transtornos e tristeza foram vencidos pela fé, pela intermediação do porta-voz de Deus, e pelo poder do Altíssimo.   Louvado seja Deus!

Ao apresentá-lo de volta a sua mãe, a sunamita prostrou-se até ao chão, aos pés do profeta, em reconhecimento de que Yaweh reina, é o Todo Poderoso, o Criador, o doador da vida, e Aquele que ressuscita os mortos. A vida voltara a reinar naquela casa.   Uma alegria indizível permeava o coração daquela mulher.   Ela, seu filho e seu marido alcançaram um grande favor das mãos de Deus.

O exemplo que a sunamita nos traz é o de firmeza na fé, e de uma determinação constante, que foi alicerçada sobre um ministério de parceria entre Deus e os homens.

Quando nos chegarem os desafios, as tribulações, as pedras de tropeço e as montanhas de dificuldades, saibamos agir de conformidade com a vontade do Senhor.   A sunamita logrou êxito, e se soubermos lutar da mesma maneira, nós também seremos vencedores.  Nada é impossível para Deus, e, em horas como essas, não há coisa melhor do que ser amigo do Todo-Poderoso.

Ainda não tem esta fé?  Pois V., eu, e todos quantos a queiram, poderão recebê-la.   Ela está ao alcance de todos.  Disse Jesus:  – “Pedi e dar-se-vos-á, buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á”…

Experimente!  Experimente agora mesmo, aonde quer que V. esteja, confie, persevere e espere os resultados, pois estes virão, mesmo que lhe pareça que não…

 


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