II REIS – XXI – UM JOVEM REI

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julio 26, 2018 by Bortolato

Eu gostaria muito de ter uma vida de rei!” é o que muitos dizem por aí, mas sem pensar bem no que estão dizendo.

Por que dizem isto, desse jeito?

Porque desejam ter as benesses, vantagens, mordomias, muito luxo, muitas riquezas, e ter muito poder nas mãos. Poder para criar leis, para reger sobre as pessoas, e não ter ninguém acima de si para sequer dar satisfações…

e não ter sofrido humilhações na vida, dar ordens a todos e ser logo atendido… ser temido, reverenciado e não precisar de temer a ninguém… ter privilégios dos quais ninguém mais desfrutaria… ser rodeado de príncipes, conselheiros, escrivães para registrar suas palavras, arautos para espalhá-las…. ter um exército de soldados a seu dispor… morar em castelos cercados de guardas… passar o inverno em lugares bem vedados contra o frio… comer das mais requintadas iguarias, preparadas pelos mais excelentes chefes de cozinha, dia após dia…

Tudo isso e mais outras coisas do gênero é o que quase todos os homens cobiçam, mesmo sabendo que não devem cobiçar… Querem ter o suprassumo do melhor daquilo que há na Terra.

Quem anela só por essas coisas não está avaliando os prós e os contras. Existem muitos episódios da História Universal que nos revelam que teria sido melhor que alguns não tivessem subido ao trono de uma nação. Melhor para o povo e melhor para eles mesmos. Por quê? Porque seus reinados não lograram ser felizes. Seus projetos não deram certo e fracassaram, para sua própria frustração e prejuízos ao povo.

Esses monarcas puderam, em sua maioria, desfrutar de grandes privilégios, comer dos melhores pratos da terra, bisaram casar-se com as mulheres mais lindas de seu país e até deram-se ao luxo de abusarem dos seus poderes, errar ocasionando danos, desgraças e morte para muitos, mas eis que isto não lhes trouxe a almejada satisfação…

Em geral, ao homem não é preciso ser um rei para sentir que pode tudo nesta vida. Basta sentir que se pode até chegar a agir como se fosse um deus, ou melhor, como se fosse Deus, e não deixar por menos… querer obter vantangem em tudo, e que nada o detenha neste seu propósito.

Esmera-se em fazer tudo quanto planejar e intentar fazer, chegando a pensar que nada o impedirá, que tudo se curvará ante o seu querer, e que nada andará em desconformidade com a sua vontade. E ainda pensando que nada estará à altura de contrariá-lo…

Tais homens se colocam no lugar de Deus. Por mais que isto pareça uma ridícula loucura, não vacilam a chegar a tal ponto. Isto é uma ilusão, um ledo engano, e o passar dos dias, cedo ou tarde, lhes mostrará que as coisas não são assim como pensam. Oxalá que o percebam cedo, a tempo de corrigir sua rota.

Há muitos exemplos na História Universal que nos servem de espelho para comprovar o que estamos asseverando.

Não é preciso ao homem que este detenha nas mãos o “toque do rei Midas”, pois basta que o tal busque enriquecer-se a qualquer preço, e coisas semelhantes lhe acontecerão.

Salomão foi um rei riquíssimo, mas à custa de muitos pesados impostos, fato que culminou com a divisão de seu reino quando este passou para as mãos de seu herdeiro do trono. Ele também teve mais mulheres do que qualquer outro rei que se saiba em toda a história deste mundo – e esta vaidade só serviu para desviá-lo dos caminhos do Senhor, e cair na idolatria cultivada por essas mulheres, assentando assim uma ardilosa pedra de tropeço para o povo e para os demais reis que se sucederam, uns após outros.

Salomão, porém, não foi o único a tropeçar durante o seu reinado. Sua história pode ser inserida no rol dos que se exaltaram demais neste mundo.

Vamos buscar um outro exemplo, de um rei menos abastado do que Salomão, e analisar a vida de um descendente seu , cujo nome era Joacaz, conforme inscrições assírias de sua época. Entre os seus, era conhecido apenas pelo cognome de Acaz.

Paramos por cerca do ano 732 A.C. Na terra de Judá.

Obvservamos o texto de II Reis, capítulo 16.

Um jovem herda a coroa do reino que era de seu pai Jotão. Este pai tinha sido um bom rei, que deixara um bom legado como servo do Deus Senhor Yaweh, tendo sido bom para o povo, apesar de que muitos não mereciam ter sido contemplados com aqueles tempos de justiça, vitórias e paz.

Ao que nos conta a narrativa bíblica, Acaz tinha apenas vinte anos de idade quando começou a reinar oficialmente sobre Judá. Quando seu avô Uzias ainda era vivo, ficou leproso, e por isso teve que abrir mão dos poderes do trono já pelo ano 750 A.C. Quando por cerca de 743 A.C, Jotão teve de afastar-se das plenas funções reais, provavelmente também por motivos de saúde, fazendo de Acaz o seu co-regente. Naquela ocasião, Acaz ainda era uma criança. Este não foi o único caso em que uma criança tenha subido ao trono de Judá. Seu ancestral, Joás (835-796 AC.), e seu futuro descendente Josias (640-609 AC.), também tiveram a mesma experiência em plena infância.

Imagine uma criança sendo cercada de muitos ardilosos bajuladores, entre os quais, alguns servos de deuses estranhos, e outros que… nem tanto. Tendo tamanho poder nas mãos, ele pensava que teria que tomar muitas decisões que dependiam somente de sua capacidade de analisar e resolver cada problema. Como aconteceu com Roboão em 931 AC., ele recebeu conselhos tanto de pessoas sensatas, justas, e fieis a Yaweh, como de outras que não tinham tais predicados, e ele não teve sabedoria para separar o bom do mau.

Ele poderia ter sido orientado pelos sacerdotes do Senhor Yaweh, pelos levitas e por aqueles que fossem fieis a Deus a toda prova, mas ao que tudo indica, estes foram muito fracos na fé e faltos de firmeza em suas atitudes, pois deixaram a desejar no tocante a posicionarem-se determinados a demonstrar a importância de ter-se reis tementes a Deus.

Na verdade o povo de Judá já sacrificava a deuses estranhos durante os reinados de seu avô e de seu pai, o que se lhe mostrava como uma cultura vinda de geração após geração, e isso também concorreu para ser-lhe um laço diabólico que o influenciou e o prendeu, ao ponto de cometer loucuras que irritaram o coração do Senhor.

Também os reis de Israel Norte lhe davam esta mesma impressão, pois legaram um mau exemplo tal que davam a entender que a idolatria era apenas uma opção atrativa – e Acaz a aceitou, e como foi idólatra!

No tocante a sua fé, Acaz procedeu tão ousadamente idólatra como poucos que foram antes dele. Ele se revelou um fanático adorador de deuses estranhos.

Como o pior dos seus atos, apesar de ser rei de Judá, nação escolhida pelo Senhor Yaweh para ser exclusivamente sua, Acaz lamentavelmente sacrificou o seu próprio filho no vale de Hinom. Além disso, ateve-se a várias práticas idólatras. Não teve acanhamento e nem vergonha de fazê-lo. Como ele tinha uma imagem pública muito visada, isto foi lastimável, porque seu exemplo punha a perder os que se deixavam levar por um homem que detinha em mãos o poder de império. Assim ele procedia continuamente.

Em seus dias, o Império Assírio estava em plena expansão, tendo já conquistado grande área do território do Oriente Médio, o que passou a representar um ameaça para a Síria, que se uniu ao reino de Israel Norte e propuseram-se a compor uma confederação aliada para fazer frente e resistência a Tiglate Pileser, o rei da Assíria. Acaz recusou-se a participar dessa aliança, e assim fez-se alvo do ódio daqueles dois monarcas.

O Senhor muitas vezes fez milagres para salvar o Seu povo das garras de outras nações, mas como Acaz havia pisado sobre a Lei do Senhor, ignorando as maldições ali propostas contra a idolatria, Deus o deixou temporariamente abalado pela ameaça dos seus inimigos: Peca, rei de Israel, e Rezim, rei da Síria, que se uniram para sitiá-lo em Jerusalém.

Jerusalém, a capital do reino de Judá naquela época, à vista das operações de fortificação que Uzias e Jotão haviam desenvolvido, estava muito bem defendida, de modo que não conseguiram capturá-la.

O intento de Peca e Rezim seria o de destronar a Acaz e colocar um marionete em seu lugar, fácil de manipular-se , mas não o lograram. A promessa de Deus feita a Davi o estava protegendo, de modo que, por incrível que parecesse, quando tudo diria que não, Acaz ainda continuava reinando em Judá.

O profeta Isaías teve um encontro com seu rei, e profetizou-lhe o livramento do poder daqueles dois reis vizinhos seus, que outrora lhe pareciam amistosos, mas que de repente lhe apareceram como dois leões esfomeados, intentando atacar a presa.

Acaz estava alvoroçado. Nervoso. Não dormia bem. Estava preocupado com o que poderia lhe acontecer, e à sua família… Passeando, mas com sua cabeça atormentada com mil imaginações, por uma estrada que era usado por lavandeiros, perto de um canal que trazia água de um açude.

O Senhor, piedoso e compassivo como é, enviou-lhe o Seu profeta para lhe dizer que ele não precisaria temer pelo pior, porque Ele estaria cuidando de tudo, preservando-lhe não somente a vida, mas também o cetro do reino em suas mãos.

Era uma tentativa de suscitar uma fé legítima no coração do rei Acaz, genuína, lastreada sobre o verdadeiro Deus que tudo pode, e a Quem as nações têm que obedecer quando Ele fala, quer queiram quer não. Era o Senhor usando de cortezia para alcançar a um rebelde…

Infelizmente, não surtiu o efeito esperado. Acaz não creu em a Palavra do Senhor, não correspondeu à expectativa divina. Apesar disso, no Seu zeloso cuidado e amor para com a Sua nação, o Senhor Yaweh ainda coloca na boca de Isaías um desafio ao rei, dando-lhe uma permissão muito especial, de escolher um milagre ao seu dispor, de sua livre escolha: ou vindo das profundezas dos mares, ou mesmo do mundo dos mortos, ou das alturas do céu, a fim de que ele pudesse comprovar que era o Deus de Israel que estava intercedendo em seu favor.

Impressionante foi a esquiva de Acaz. Ele simplesmente disse que não iria pedir nada, e nem tentar ao Senhor. (Tentar ao Senhor??? Que desculpa esfarrapada!) Ele parecia estar ciente de que tinha feito muitas coisas para irritar a Deus, e não queria então se envolver com Ele, pois que já estava comprometido com outros deuses. Com isto, Acaz conseguiu esticar mais ainda a paciência de Deus.

Sabe qual foi a reação do Senhor? Não, o Senhor não enviou um raio do céu para cair sobre aquela cabeça dura, e fulminar a vida de Acaz, e nem fez chover fogo e enxofre sobre a cabeça contumaz daquele pequeno rei que ainda não havia entendido quem é o único e verdadeiro Deus que reinava e reina sobre toda a Terra. O Senhor nem sequer o chamou de moleque sem educação…

Em vez disso, o Senhor fez fluir através de Isaías uma palavra, uma palavra de tão rica e doce promessa dada a um povo que não sabia como ser grato ao seu Grande Benfeitor, nunca dantes feita a povo algum, e a rei nenhum: a promessa da virgem que conceberia, e daria à luz um Filho, que se chamaria Emanuel, que, traduzido, significa: “Deus conosco”. (Isaías 7:1-14)

Sim, foi dada a um homem ímpio como Acaz a maravilhosíssima promessa do Emanuel, o Filho de Deus, nascido de uma virgem, que tem e traz a mesma essência divina em Seu ser, profecia esta que veio a cumprir-se com a vinda de Jesus.

Negou-se Acaz a reconhecer que a mão do Senhor de Israel se estendia para socorrê-lo, e, pensando ele que tinha o poder nas mãos de provocar um reboliço entre Israel Norte e a Síria, e sair-se daqueles maus lençóis sem prejuízos significativos, enviou mensageiros a Tiglate-Pileser, o imperador da Assíria, a implorar que este o livrasse das mãos dos sírios.

Tiglate-Pileser lhe deu ouvidos, à custa do ouro e da prata que estavam na Casa do Senhor, e nos tesouros da casa do rei. Tivesse ele crido que Deus estava cuidando disso, não teria ofendido mais ainda a Deus com sua falta de fé, e não teria despojado a Sua casa e a casa real.

O intento de Peca e Rezim seria o de destronar a Acaz, e colocar um marionete em seu lugar, fácil de ser manipulado, mas não o lograram. A promessa de Deus feita a Davi ainda estava de pé.

Rezim então, retirando-se dali, foi até Elate, cidade situada à beira do Mar Vermelho, ao norte do Golfo de Acaba, onde mandou matar todos os habitantes, e ali estabeleceu uma colônia síria. Tomou também outras cidades fortes, matou um grande número de judeus e voltou a Damasco carregando muitos despojos.

Acaz percebeu a retirada da Síria, e resolveu marchar contra o exército de Peca, de Israel, quando se deu uma grande carnificina. Ele perdeu nada menos que 120.000 homens, dentre os quais morreram também Maaséias, seu filho, Azricão, o comandante de sua guarda, e até o seu general do exército, Elcana, foi aprisionado e levado cativo para Samaria, juntamente com os que restaram vivos daquela batalha.

Aqueles que foram levados como cativos no final desse combate só não foram feitos escravos, porque o Senhor não o permitiiu, usando a profecia de Odede, em Israel, que despertou o espírito de alguns daquele reino, para ajudar aqueles judeus e benjamitas a voltarem para seus lares. Não fosse isto, o contingente militar de Judá teria sido reduzido a quase zero.

Esta seria a ocasião para Acaz repensar o que estaria fazendo.  Sofreu graves perdas.  Estava diminuído e humilhado com aquela derrota.  Não teria mais condições de enfrentar exército algum.  Só Yaweh poderia salvá-lo daquela ignomínia, mas a quem foi ele procurar para se ver livre dos seus inimigos?  Ao rei da Assíria, um déspota conquistador de um império que ameaçava a todos os do Oriente Médio.

Mais ainda Acaz fez, provocando a longa paciência do Senhor Yaweh. Tiglate Pileser, tendo invadido a Síria, matou a Rezim, tomou Damasco e levou o povo daquela cidade para Quir, uma localidade não identificada ao nosso alcance.

Pois então Acaz foi a Damasco para encontrá-lo, e, vendo ali um altar sírio, achou-o bonito, e enviou a planta e um desenho do mesmo a Jerusalém, a fim de que o sacerdote Urias o edificasse e o colocasse em uso. Ao voltar de Damasco, vendo o altar já feito, sacrificou ali, oferta de manjares, aspergiu-lhe sangue de seus sacrifícios pacíficos, e… simplesmente requisitou o altar de bronze que havia sido proposto pelo Senhor e construído segundo as especificações dadas desde os tempos de Moisés, para destiná-lo a fazer adivinhações.

Para completar a obra de menosprezo pelas coisas de Deus, Acaz ainda tomou dos vasos de ouro, e a mesa da proposição, seus utensílios, e os fez em pedaços, enquanto fazia altares em todos os cantos de Jerusalém, e em cada cidade de Judá, para fazer oferendas a outros deuses. E então ele fechou as portas da Casa do Senhor, expressando assim até uma certa implicância contra a Lei e o Senhor, apenas tolerando a fé em Yaweh ser mantida em seu governo, porque parte do povo a detinha ainda; e Acaz assim fez só para não se tornar indisposto com estes.

Isso tudo não o ajudou; antes, ficou em maiores apertos ainda.

Supõe-se que tanto ele fez de sua cabeça, ignorando completamente que o Senhor é quem era o grande Rei, e que deveria reinar absoluto no meio do povo a quem Ele escolhera para ser Seu, que Acaz ficou estigmatizado como o rei que não gostava de Yaweh, e rejeitou-O, ignorando que deveria estar cumprindo sem errar o seu papel, na condição de coparticipante do Governo Divino da Terra Prometida, e falhando completamente nesta empreitada.

Do seu nome original Joacaz (que significa “possuído por Yaweh”), o escritor sagrado o resumiu a simplesmente Acaz, que passou a ser: “possuidor”, tanto este rei fez para distanciar-se do Senhor de Israel. Ele realmente não reuniu méritos para sequer deter a forma abrevidada de Yaweh em seu próprio nome.

A Palavra de Deus nos diz que ele reinou por apenas dezesseis anos, e morreu com a idade de 36, ainda na flor da vida. Pouco tempo viveu, e nem bem o aproveitou para fazer o que dele era esperado, tanto por parte do povo de Judá, como também pelo Senhor Yaweh, a quem muito subestimou e desprezou. Foi um desperdício de vida.

Os planos de Deus então passaram a direcionar o poder do trono de Judá para seu filho, Ezequias, que graças aos céus, pôde perceber os erros de Acaz, e dar uma outra direção, muito mais sadia, prudente e fiel à Torah para a sua nação.

A vida de Acaz serve para nos fortalecer o conceito de que o Senhor sempre esteve me busca de pecadores, muito embora nem todos O atendam e se convertam de seus maus caminhos.

É de se notar que todos erram nesta vida, mas a profecia de Isaías 53 nos diz que:

Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada qual se desviando pelos seus caminhos, mas o Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de nós todos.

Ele foi ferido pelas nossas transgressões, moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53:5,6)

É tempo de pensarmos sobre os erros cometidos, e voltarmos atrás.

Não sejamos daqueles que erram até o fim. Isto não é sábio. Será que Vc. já não sentiu um toque de arrependimento lá no fundo da consciência? Sentiu que fez algo de errado? Precisamos refletir muito bem sobre os rumos que temos assumido em nossas vidas. Será que estão de acordo com os rumos que o Senhor preparou para cada um de nós, individualmente? A teimosia de uma dura cerviz não acabará bem. Inteligente não é aquele que nunca erra, e sim, aquele que sabe que errou, reconhece sua falta, procura voltar atrás, e corrige sua rota.

Há caminho que ao homem parece direito, mas ao seu fim levam até a morte” (Prov. 14:12)

Ao momento em que Isaías apontava a vinda de Jesus a este mundo para Acaz, estava sendo implicitamente proposto a rebeldes o caminho da cruz, que é aberto para todo aquele que nEle crer. Jesus veio para buscar e salvar a todos quantos se perderam (Lucas 19:10).

É muito sutil a proposta de Satanás, que tenta ludibriar a tantos quantos o possa fazer, colocando o orgulho como seu escudo, o que no final é apenas uma venda nos olhos, e são muitos os que a aceitam e trilham esse caminho funesto.

A boa notícia é que não precisamos andar como ovelhas perdidas, sem rumo e sem futuro. O caminho proposto por Jesus é poderoso para salvar e guardar a quantos o quiserem trilhá-lo.

Vinde após mim, todos vós que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para vossas almas, porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” (Palavras de Jesus conf. Mateus 11:28-30)


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