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III – I CRÔNICAS – PECULIARIDADES DA CASA DE DEUS

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agosto 3, 2019 by Bortolato

II Crônicas 3 e 4

Como alguém gostaria de arrumar a sua casa? Certamente que ficaria muito bonita aos seus olhos, um lugar de paz e próprio para o descanso das corridas do dia a dia.

No caso da Casa do Senhor, uma planta foi dada nas mãos do rei Salomão através de Davi, seu pai, o qual alegou que a tal lhe fora dada pela revelação do Senhor. Sua localização foi no monte Moriá, na eira de Araúna, onde Deus aceitou sacrifícios e fez cessar uma praga que estava matando milhares do povo de Israel. Também por ali teria havido aquela oferta que fez Abraão do seu próprio filho, por haver entendido que o Senhor o estaria exigindo. Local de acontecimentos marcantes na história da fé no Senhor.

As dimensões do Templo foram dadas em côvados, que, traduzidas a metros lineares, teria perto de 30 metros de comprimento, por nove de largura, e seis metros de altura. O Tabernáculo de Moisés tinha 13,5 metros por 4,5m (Êxodo 26:15-27).

Neste novo Templo, haveria um alpendre, isto é, um pórtico na frente do edifício, o qual teria cerca de nove metros de comprimento, estendendo-se assim por toda a largura da construção.

Tal e qual o Tabernáculo, nesse Templo haveria dois compartimentos sagrados: o Lugar Santo, onde os sacerdotes trabalhariam junto à mesa dos pães e o candelabro de ouro, e uma cortina em azul, púrpura e carmesim para separar esta dependência do Santo dos Santos, ou Lugar Santíssimo, onde somente o sumo sacerdote poderia adentrar somente uma vez ao ano, apresentando sacrifícios por si mesmo e pelo povo. Quanto aos utensílios lá colocados, remetemos o leitor aos comentários sobre Êxodo 24 a 27, onde descrevemos o seu significado espiritual.

Algumas diferenças foram implementadas quanto ao número das mesas e dos candelabros: eram dez, em vez de apenas uma do Tabernáculo, mostrando a prodigalidade divina no provimento dos pães e da Sua luz.

A dependência de maior área dentro do Templo era o Lugar Santo, o qual era todo revestido de madeira, com palmeiras, botões, querubins e flores entalhados, fazendo lembrar o Jardim do Éden, lugar onde o Senhor, no princípio, se encontraria com o Seu povo, para receber toda a adoração e louvor, quais verdadeiros cultos. Já o recinto do Santo dos Santos tinha as dimensões de um quadrado de perto de nove metros de cada lado, e era totalmente revestido em ouro – seiscentos talentos ali foram aplicados, o que representa cerca de 21 toneladas do metal precioso. Até mesmo os pregos que foram pregados eram, no mínimo, laminados a ouro (3:9).

Além dos querubins que foram entalhados em alto relevo nas paredes de madeira do Lugar Santíssimo, havia também outros dois, que foram esculpidos e revestidos em ouro. Estes querubins eram posicionados lado a lado, com suas asas abertas e estendidas, voltadas de frente para o véu, como que a proteger a Arca do Concerto. Cada asa deles media cinco côvados. Como o recinto era de vinte côvados, logo, essas asas cobriam toda a extensão da parede de fundos.

Realmente, era um deslumbre total, poder contemplar essas obras tão grandes e tão graciosas, e com tão impressionante brilho, mas que na verdade eram apenas uma representação daquilo que há no Tabernáculo Celeste, para dar uma ideia de como poderá ser a glória de Deus em Sua santa morada.

Por fora do edifício, duas colunas denominadas de Jaquim e Boaz, que podemos traduzir por “Ele estabelece” e “dEle é a força”, de dezoito côvados de altura, se contar-se também os seus capiteis, o que se entende por um total de cerca de nove metros de altura.

Outra peça fundamental para o serviço sacerdotal era o altar de bronze, que ficara ao lado da entrada do pórtico do Templo. Já temos comentado sobre o significado profundamente dramático acerca desse altar, com relação ao sacrifício vicário de Jesus o Cristo.

Em II Crônicas, capítulos 3 e 4 ficamos sabendo como foi levantado o primeiro Templo do Senhor em Jerusalém, e também como coisas foram sendo colocadas dentro do mesmo, peças acessórias por fora, construído durante o reinado de Salomão, por volta do ano 1015 A.C.

O novo Templo foi construído de forma a conter alguns ítens que não havia no Tabernáculo, como as dependências para as vestimentas dos sacerdotes, o acessório do mar de cobre, de cerca de quatro metros e meio de diâmetro, e 2,25m a sua altura, fixado sobre doze figuras de bois, relacionando-os com os sacrifícios que seriam consumados até a vinda do Messias. Este veio para substituir a bacia de bronze de Moisés (Êx.30:17-21), e provia água para a lavagem dos pés e mãos dos sacerdotes que se lançavam no serviço de execução dos sacrifícios.

As figuras dos bois eram doze, e estas eram colocadas nos quatro pontos cardeais, olhando para os quatro cantos da Terra.

Ao redor do mar de bronze foram adicionadas dez pias, dos lados norte e sul do mesmo. Cada pia tinha capacidade de quarenta batos, ou oitocentos litros, o que atenderia à Lei que exigia que certas partes dos animais, que uma vez sacrificados, fossem lavadas com água antes de serem postas sobre o altar (Levítico 1:9, 13).

Um pequeno pátio seria demarcado e destinado ao trânsito somente dos sacerdotes, enquanto o povo de Deus podia adentrar em um outro pátio, bem maior, para ali poderem adorar ao Senhor.

Percebe-se que as dimensões, os valores e os adendos que foram inseridos pela construção do Templo de Salomão procuraram dar mostras de que o Deus de Israel não era para ser adorado por medida. Ele na verdade é o dono da prata e do ouro, e de toda a Terra.

Quanto ouro haveria, ao todo, neste planeta? Pois Ele quis apenas uma pequenina parte, não para sentir-Se adornado de riquezas da matéria, porque as celestes são muito mais refinadas, brilhantes e valiosas, de modo que não havia, em Seu coração, necessidade de cercar-se destas coisas que perecem.

A maior necessidade, porém, é a de podermos nos aproximar dEle reconhecendo a Sua glória, o Seu poder e majestade, e uma das maneiras de assim o fazermos é dedicando-Lhe o melhor daquilo que temos.

Vamos atentar para a oferta da viúva pobre, a que Jesus destacou com o Seu comentário. Materialmente o valor de sua oferta não era substancial, mas o fato de ela desprender-se de tudo o que tinha, só para tentar agradar a Deus, a fez surpreender aos que ouviam os ensinos do Senhor Jesus, que tudo observa, e tudo vê, inclusive o interior de nossos corações.

As riquezas do rei Davi foram todas destinadas à construção da Casa do Senhor, como mostra do amor que ele detinha dentro de si, pelo Deus que tanto o amou e o livrou dos grandes perigos.

Não importa tanto o valor monetário que podemos ofertar ao Deus do Céu, mas sim, o quanto podemos dar-Lhe em termos de tempo, amor e dedicação. Ofertas materiais também poderão ser aceitas por Ele, mas desde que tenham sido doadas com muito carinho, e sem parcimônia, cientes de que tudo o que pudermos ter neste mundo, na verdade já possui um legítimo dono: o Senhor Deus, o Criador, o Salvador e o Consolador.

Podemos até construir um templo hoje para Ele ser adorado, mas este não terá cumprido o seu papel, se nos corações dos fieis não se acharem os ingredientes puros que Ele tanto anseia por ver em nós: a verdadeira fé, o amor, e a esperança centralizados na Pessoa do Cristo.

Na Sua Palavra estão prometidas muitas riquezas espirituais para os fieis: coroas: da glória, da vida, da justiça; vestes brilhantes; morar na Nova Jerusalém onde as ruas são de ouro tão claro quanto cristais, e assim também seus muros de jaspe luzente, de onde procede o rio da água da vida, brilhante e cristalino, em cujas margens está a árvore da vida, ambiente abundantemente recheado de muitas surpresas inéditas, das quais participam magníficos e poderosos anjos aos milhares e milhões, os quais compartilham com os salvos por Jesus de memoráveis e inesquecíveis cultos ao Único Deus digno de toda a nossa adoração…

Isto é verdadeiramente excitante, bem mais do que tudo que se pode vivenciar neste mundo.

Deus conceda ao leitor a honra de poder ser um dos vencedores que lograrão chegar nesse lugar bem-aventurado, após o final da jornada desta vida… Muitos dizem: – “Eu quero!” Perguntam: – “Como?”

Quer mesmo saber?

Hoje, neste exato momento, existe uma porta aberta para TODOS quantos desejem ter acesso a esta bem-aventurança. Esta porta tem somente um nome: o nome de JESUS, O CRISTO, O FILHO DO DEUS VIVO.

Quem nEle crer não ficará confundido, pois terá nesta vida as condições necessárias para caminhar ao Seu lado, crescendo em sabedoria, conhecimento, e saberá como galgar cada degrau da fé para ir discernindo qual a plena vontade do Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, de modo que, mesmo aqui neste mundo, poderá sentir que está chegando cada vez mais perto do dia da sua glória.

Jesus nos convida: Vinde a Mim!

Ele bate à porta dos nossos corações. Corramos para abri-la, para Ele prazerosamente entrar; isto nos dá a máxima alegria, e ainda poderemos cear com Ele… já pensou? (Apocalipse 3:20)

  • Eis que estou à porta e bato! Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa, cearei com ele, e ele comigo.”

Eis aí o mais especial e mais ensejoso de todos os convites que alguém possa receber na vida! Abramos a porta de nossos corações, para que entre o mais amado, que nos estende o mais abençoador, mais lindo e mais excitante de todos os chamamentos.

Que apelo! Haveria alguma razão suficientemente grande para não atendê-lo? Maior bênção não existe, e a bênção de Deus é infinita e crescente, a cada vez maior.

Abramos a porta de nosso mais íntimo ser para Jesus entrar… e nunca mais O deixemos, eternamente!

Abraços do Céu para Vc. Usufrua!


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