OS DEZ MANDAMENTOS

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agosto 9, 2012 by Bortolato

                  Os dez mandamentos foram dados para nossa fiel e eterna obediência.   Quando Jesus conversava com um certo jovem de valor, Ele lhe disse: – “Conheces os mandamentos… (Mc.10:19)”, referindo-se, é claro, aos dez mandamentos alistados no livro de Êxodo, cap. 20 e repetidos em Deuteronômio, cap. 5º, fazendo-nos entender que todos devem obedecê-los.

                  Obedecer aos dez mandamentos só pode trazer bênçãos neles embutidas.  Tanto foi assim no período do Velho Testamento, como o será em nossa época.   Muitos comentários edificantes têm sido publicados, buscando esclarecer o sentido teórico e o prático desses mandamentos.

                  Há, contudo, coisas que alguns afirmam por escrito, desferindo destrutivamente severas palavras críticas, contaminadas de ira, falta de amor e de sabedoria, no afã de interpretar a Bíblia, mas que seguem critérios unilaterais e tendenciosos.  Estes são os não cristãos, bombardeando a igreja ou ainda a  “cristãos” cuja fé em seu Cristo nem chega ao tamanho de uma semente de mostarda.    Não temem bombardear a igreja, embalando-a em um único pacote, embrulhando-a num fardo indivisível, e lançando toda a cristandade na lama, com expressões de fúria absurda e incomensurável, como se todos os cristãos fossem iguais.

                  Quando se fala em “não levar Seu santo nome em vão”, vemos que esta é uma ordem que, se levada a alguns extremos, pode-se chegar a uma inversão de valores, na qual não devemos incorrer.

                  Já temos discorrido sobre alguns nomes de Deus no Antigo Testamento, e é interessante o comportamento de algumas pessoas quanto a isto.

                  Uma vez que Elohim é a palavra que é traduzida para Deus, e que esta era, em certas desinências, empregada para se referir aos deuses,o próprio Senhor aceitou ser chamado por um outro nome, Javé, e o revelou a Moisés.   Os judeus, até hoje, quando as Sagradas Escrituras mostram este nome num tetragrama também tido por sagrado, em suas leituras omitem o mesmo para pronunciar, substitutivamente, o nome de Adonai.   Em vernáculo português, ambas são traduzidas por “Senhor”.   Sob este prisma, não se pode acusar aos judeus de ferir ao segundo mandamento.

                  Não vamos, porém, fazer do mandamento um jogo de palavras.   Temos que temer Àquele que tem todo o poder em Suas mãos, pois ai de quem não O teme (dizemos aqui temer no sentido de reverenciar, respeitar por amor).   Isto significa que não importa qual dos nomes de Deus se emprega, quando pronunciado com os lábios.   O que vale dizer: o que é honroso é de honra, é bom, é virtuoso; e o que é desonroso é desonroso, mau, corrompido.

                  Devemos honrar a Deus com nossas palavras, atitudes, atos, pensamentos e gestos.   Isto é bom, é justo, é honroso, é digno.  Cai bem louvarmos a Deus, e, como recompensa, tal louvor traz paz e alegria ao coração que se abre para O louvar.

                  Em Filipenses 4:8, o apóstolo Paulo nos deixou uma palavra a respeito de coisas boas que devem ocupar os nossos pensamentos:  “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto… justo… puro… amável… de boa fama, se há alguma virtude, e se algum louvor, nisso pensai”.   E o Senhor Jesus mesmo nos falou:

 

“Não julgueis, para que não sejais julgados” (Mateus 6:1-5).

 

                  O texto ainda fala para não repararmos no argueiro que está no olho do nosso irmão.  Jesus ainda chama de hipócrita quem julga assim, pois que aqui não somos e nem fomos credenciados por Deus para sermos Juízes. 

                  Tiago também nos exorta a não falarmos mal uns dos outros (Tiago 4:11-12).   Deixemos, pois, que os mais duros julgamentos divinos sejam por Deus proferidos e executados.  Porque não cabe ao homem fazê-lo, colocando-se como se fora Deus, o único justo Juiz.

                  Há religiões e filosofias, entretanto, que fazem colocações as mais terríveis, atacando a Igreja de Cristo como um todo,e incluindo todos os cristãos em seu “pacote de palavras de juízo”.   Além de fazerem várias generalizações descabidas, por várias vezes e usando de inúmeras fórmulas inapropriadas, conspurcam o nome da Igreja, sem ponderar que foi por esta que Jesus morreu.

                  É bem verdade que a cristandade tem, em parte, falhado e cometido erros, alguns até crassos e vergonhosos, mas nunca nos foi dada permissão para esquecermos que o Cristo amou a essa igreja, e sonha em vê-la feliz e abençoada.   Ele ama-a assim mesmo como ela é, e com todas as Suas forças.   Atacá-la, subestimá-la, ou mesmo desprezá-la é um pecado que atinge o Salvador da Sua igreja, assim como um pai pode censurar e disciplinar seus filhos, mas isto é tarefa para o pai, e não para outros, estranhos, que não têm o devido amor para com os filhos que são corrigidos.

                  Realmente houve no passado conflitos entre católicos e protestantes; cristãos e muçulmanos; judeus e cristãos; inquisição e heresias, entre outros que envolveu a fé cristã, trazendo uma nuvem maculosa para a história da igreja.   Não aprovamos tais atitudes radicais e truculentas, as quais só trouxeram dores e tribulações às partes mais fracas, que muitas vezes não puderam sequer retrucar, ou reclamar por seus direitos.

                  Hoje, entretanto não vemos este espírito na grande maioria dos cristãos, os quais aprenderam a amar aos cristãos de outras bandeiras denominacionais, a amar aos não cristãos, atendendo ao que Jesus ensinou, aprenderam a perdoar uns aos outros por qualquer coisa em que alguém lhes tenha prejudicado ou ofendido.

                  Com a atitude assumida por algumas seitas, por outro lado, retoma-se o princípio de uma guerra, quando alegam que os cultos a Deus que os cristãos realizam seriam tola e totalmente despidos de valor espiritual!   Baseando-se em erros que uma PARTE da igreja cometeu no passado, rejeitam tenazmente e combatem com ousadia feroz a todas as práticas cristãs, inclusive a do batismo.   Afirmam ainda que tais práticas levam o nome de Deus em vão, jamais alcançando o reino do espírito aos pés do Trono divino, pois serviam a Lúcifer, e receberão a paga por tanto abuso.

                  Analisando-se bem, o que são o batismo, a ceia do Senhor e a comunhão? Poder-se-ia acusar a todos os que se dirigem à Casa do Senhor de celebrar tais práticas com hipocrisia, fingimento e falta de espiritualidade?   Será que poderíamos chamar tais práticas de meras formalidades carnais e lançar tal acusação no rosto de todos os cristãos?  Poder-se-ia levar ao tribunal toda a cristandade e acusá-los de assassinos?  Lembramos que, tanto o batismo, como a santa ceia do Senhor, e outras celebrações foram instituídas por Jesus Cristo, e ninguém nesta terra tem o direito de revogar ou anular tais ordenanças.   O próprio Senhor Jesus, aliás, em sua última ceia com seus discípulos, durante Seu ministério terreno, prometeu que em um futuro com data não marcada, voltaria a celebrá-la no Reino dos céus.

                  Com um ataque deste tipo, desferido assim contra a igreja do Senhor Jesus Cristo, vemos que, se Deus quisesse vingar-se com a intensidade e nível de resposta que alguns meros humanos desejariam e ficam ansiosos para ver, a operação do “anjo exterminador”, matando cristãos, perder-se-iam os cultos, as pregações, as orações, as leituras bíblicas, as esmolas, os atos de misericórdia, e toda e qualquer atitude de louvor a Deus, apenas porque tudo isso foi estigmatizado de hipocrisia; de inspiração luciferiana!

                  Se atendêssemos a este tipo de apelo legalista, estaríamos invertendo tudo!   A igreja de Cristo, devido às suas falhas, de acordo com a degenerescência deste julgamento, estaria toda ela servindo a Lúcifer!  E, por outro lado, aqueles que a atacam e depredam-na moralmente, humilham, rejeitam e perseguem-na até as últimas consequências, estes sim, como “verdugos vingadores da verdade”, estariam isentos de hipocrisia, pois não estariam levando o santo nome de Deus em vão!  Estes últimos sim, que se julgam tão imaculados, estariam mais santos, e em melhores condições de cumprir os propósitos divinos, para destruir a matar a igreja que Jesus fundou e que sobrevive a ataques como este, desde quase 2000 anos atrás!

                  Tal premissa espúria admite, também, outras distorções.  

                  Atender aos seus apelos seria equivalente a ignorar que existem desvios e desviados da fé e dos propósitos doutrinários em todas as religiões e filosofias deste mundo!   Como se todos os pecadores deste mundo fossem tidos como tais somente dentro dos apriscos cristãos.   Na verdade, a igreja é um refúgio muito utilizado por pecadores que dizem estar arrependidos de seus pecados – e muitos realmente o estão!  Na verdade, é a igreja do Senhor Jesus Cristo que proclama em alta voz as palavras do Grande Mestre:

 

“Vinde a mim, todos vós que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei” (Mateus 11:28).

 

                  E sobre esta palavra, muitos de nós, que temos sido corruptos, blasfemos, insolentes, iracundos, orgulhosos, incrédulos, irreverentes, abomináveis, drogados, impuros, cobiçosos de vãs vanglórias, temos nos chegado em contrição de espírito aos pés da cruz de Cristo, e temos sido regenerados.   A igreja do Senhor tem sido o hospital onde os doentes espirituais deste mundo têm encontrado salvação, mudança de vida e uma nova vida, cheia de propósitos, purificada, digna e honrada.   Quem combate a esta igreja está lutando para que este hospital feche suas portas.   Que julgue o leitor, quem está sendo usado por Deus, e quem estaria do lado de Lúcifer.

                  Nas palavras do Senhor Jesus:

 

“Quem não é comigo, é contra mim, e quem comigo não ajunta, espalha”. (Mateus 12:30)

 

                  O ladrão da cruz se levantará no dia do Juízo final para envergonhar aos que jogam palavras contra os lavados e remidos pelo sangue precioso de Jesus, o Filho de Deus.    Tão envergonhados ficarão tais instrumentos da acusação de Satanás, que sofrerão um duro juízo.

 

 

HONRARÁS PAI E MÃE:

 

 

 

                  Certa vez perguntaram a Jesus qual seria o grande mandamento da Lei.   O Mestre, bem claro, lhes respondeu:

 

“Amarás ao Senhor, teu Deus, de todo o coração, de toda tua alma, de todo  teu entendimento” (Deuteronômio 6:4-5).

 

                  Em seguida, Cristo lhes disse que o segundo grande mandamento seria semelhante ao primeiro, com os seguintes dizeres:

 

“Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Marcos 12:30; Mateus 22:37)

 

                  O amar ao nosso próximo não nos ilide do dever de amar também aos nossos inimigos.   Jesus foi enfático quanto a isto em seu Sermão da Montanha (Mateus 5:43-44).

                  Jesus ainda teve de nos deixar um outro mandamento que consistia em amar aos nossos inimigos, em vez de aborrecê-los.

                  Se ao Senhor importa que amemos aos nossos inimigos, uma vez que até faz nascer o sol sobre os justos e injustos, que diremos de amarmos àqueles que nos deram a vida?

                  Os que rejeitam este mandamento, ou procuram distorcê-lo, certamente o fazem para justificar suas omissões, seu desdém e seu desprezo que lançam sobre seus progenitores, ou sua mágoa, rancor ou sentimentos de indignação e vingança de que não abrem mão, por se julgarem importantes demais para suportarem quietos os erros e pecados de seus pais.

                  Não justificamos os erros paternos e nem os maternos. Tampouco fazemos defesa dos “direitos da paternidade”.   O que vemos aqui é um mandamento claro:  como filhos que somos, devemos honrar a nossos pais, tenham estes sido bons ou maus, tenham eles cumprido ou não seus papéis de pais.         A questão não se trata de quem saiu ou não mais prejudicado no relacionamento, mas, como Deus é amor, então devemos amar àqueles que Ele colocou na Terra para nos dar vida, e acompanharem nossas vidas para seguirem com seu observar e orientar os nossos primeiros passos.    Falhas, erros e omissões haverá em todas as famílias, devido à natureza humana.    É uma virtude saber compreender e aceitar os erros do nosso próximo, mormente quando este faz parte do nosso convívio familiar.

                  Dizer que o mandamento divino foi para se honrar a situação de paternidade e maternidade é fugir do dever de filhos, e passar a responsabilidade filial para a paternal ou maternal, invertendo o posicionamento de dever dos filhos para com os pais.

                  Jamais poderemos nos esquecer que Deus nos fez com uma natureza e uma  estrutura definida dentro de nossas almas.  O pecado nos corrompe, de modo que hoje vemos muitos pais desnaturados, bem como filhos rebeldes e irreverentes.

                  Quando prestamos reverência a nossos pais, na verdade estamos subliminarmente honrando também a Deus!   Por quê?   Porque Ele é o Criador de todas as coisas, e nós somos criaturas Suas.   Quantos casais querem ter filhos e não os têm, porque ficaram impossibilitados disso?   Estes podem até ter sido férteis, mas circunstâncias desfavoráveis podem tê-los atingido, e por isso não puderam ser pais, porque gerar filhos não é o resultado obrigatório de um casamento ou união carnal.   O único que pode gerar filhos sempre que o quiser é o Pai celeste.   Ele é o Pai por excelência, e tem transferido para alguns, neste mundo, a possibilidade de gerarem e serem pais.   Jesus mesmo O chama de “Pai nosso”.

                  Gerar filhos é uma oportunidade, uma ventura e um doce cumprimento da ordem de Deus, que disse:

 

”Frutificai, multiplicai-vos e enchei a Terra”. (Gênesis 1:28; 9:7)

 

                  É ainda privilégio de compartilhar com o Criador a doce responsabilidade de criar, educar, auxiliar nas dificuldades, e formar criaturas dignas de uma vida eterna com Ele.

                  Para que sejamos participantes da glória divina, precisamos começar bem cedo a amá-lo, honrá-lo e adorá-lo como Deus e como nosso Pai Celeste.

                  Quando desonramos, desacatamos ou simplesmente não amamos nossos pais terrenos, estamos indiretamente atingindo o coração de Deus, que, afinal, por princípio, também é nosso Pai.

                  Em outras palavras, nossos pais terrenos representam a paternidade divina nesta Terra.   Alguns bem, e outros mal.  Quando há maus pais desempenhando inadequadamente o papel que o Pai celeste lhes confiou, certamente que estes terão que prestar contas com o Grande Pai, sem dúvida alguma.

                  Se, por conta dessa má representação dos nossos pais perante nós, seus filhos, reagirmos de maneira rebelde, má, e passarmos a nutrir ou a representar um desgosto ou um tormento para eles, não podemos esquecer- nos que por causa disso também teremos que responder perante o Grande Tribunal Divino.

                  O que Deus espera, pois, de todos os filhos?   Que honrem a seus pais.   Isto não significa aceitarmos erros paternos e maternos, e nem participarmos como coadjuvantes dos mesmos erros.

                  Honrar pai e mãe significa, sim, também, bendizer a Deus pelo fato daqueles lhes proporcionarem a vida, por serem pessoas que nos tiveram em seus braços quando ainda em nossa extrema fragilidade e nos cuidaram, em nossos berços, e nos deram alguma coisa boa para sobrevivermos.    Sim, porque aqueles que assim procederam, fizeram-no em atenção à inspiração divina e à tendência natural colocada propositalmente dentro de seus corações.   Significa amarmos àqueles que nos deram vida e/ou alguma educação.

                  Se nem isto fizeram alguns progenitores, rejeitando, desprezando ou até mesmo maltratando a seus filhos, ainda assim existe uma possibilidade: a de orarmos em favor deles, pois que suas atitudes são condenáveis perante Deus, e estão prestes a receberem um terrível destino eterno.    Estes ainda podem arrepender-se, converter-se, e, sendo mudados, passarem a ser pais dignos da vocação que o Criador lhes concedeu.

                  Honrando-os, estaremos honrando Àquele que os inspirou a serem nossos pais.

                  Se os desonrarmos em represália às suas faltas, estaremos apenas respondendo mal por mal, sem contar-se que, em muitos casos, o mal estaria apenas na imaginação de maus filhos, e não foi isso o que Jesus nos ensinou.

                  Jesus, o Mestre, não reagiu quando foi preso, não resistiu ao seus algozes quando forçado a acompanhá-los, devolveu a orelha ao servo do sumo sacerdote chamado Malco, não devolveu as cuspidas que lhe lançaram na sua face, não reagiu diante dos socos que levou, diante da coroa de espinhos, e nem dos escárnios que recebeu.

 

“Pois para isto fostes chamados, porque também Cristo padeceu por vós, deixando-vos o exemplo, para que sigais as suas pisadas.  Ele não cometeu pecado, e nem na sua boca se achou engano.   Quando foi injuriado, não injuriava, e quando padecia, não ameaçava.  Antes, entregava-se Àquele que julga justamente” (I Pedro 2:21-13).

 

                  Certamente que os pais devem ser o bom exemplo para seus filhos, mas, quando não o são, temos um Pai Celeste que nunca errou, e nem falhou, e a Ele podemos levantar os nossos olhos e seguir as Suas pisadas.   Más respostas, críticas destrutivas e maus comentários a maus tratos, ou a uma má educação, só ajudam a corrente do mal a prosseguir ferindo almas, geração após geração.   Para isto mesmo veio Jesus, para desfazer essa corrente do mal, e salvar as gerações.

                  Imaginem-se filhos rebeldes, que, assim como seus próprios pais o fizeram, rebelam-se contra seus progenitores.  Isto provoca uma reação em cadeia que normalmente continua por muitas gerações seguintes e nunca terminará, a menos que haja algum filho que, seguindo o exemplo de Cristo, deseje receber a graça e o poder divino de quebrar essa herança maligna e fracassada na fé.    

                  Como se quebram tais cadeias? Pode-se optar por várias maneiras, mas cremos que iremos sempre chegar ao ponto convergente de ter-se de obedecer ao mandamento da Lei, que diz;  “Honrarás pai e mãe”.

                  Quem honra a seus pais, honra também a Deus, que nos deixou este mandamento.  Cumpri-lo só trará bênçãos aos seus fiéis observadores.

                  O povo judeu tentou driblar a Deus, tentando colocar a devoção ao Senhor de forma a anular este mandamento, mas Jesus os repreendeu duramente, como segue:

 

“E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição.   Porque Moisés disse: Honra a teu pai e tua mãe; e quem maldisser, ou pai ou mãe, morrerá de morte.   Porém vós dizeis:  se um homem disser  ao pai ou à mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta ao Senhor;  nada mais lhe deixais fazer por seu pai ou por sua mãe, invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição, que vós ordenastes.   E muitas coisas fazeis semelhantes a estas.” (Marcos 7:9-13).

 

                  Tornamos a enfatizar que este quinto mandamento é o único que vem acompanhado de promessa de Deus:

 

“Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.”  (Êxodo 20:11).

 

                  Isto é uma promessa: de longa vida, vida dada por Deus.   Consideremos bem isto, pois a obediência a este mandamento nos traz esta promessa.   Queremos ter projetos de vida?  Queremos que estes projetos se realizem?  Para tanto, precisamos de tempo para vivermos nesta Terra – exatamente o que o mandamento nos traz como bênção para nossas vidas.

 


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