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SALMOS – CI – O MAIOR LÍDER DO MUNDO

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noviembre 4, 2022 by Bortolato

Salmo 101

Quando chegam os tempos em que se aproximam eleições que conduzirão candidatos às cadeiras pretendidas, a mídia os enfoca a fazerem chover promessas, como em um rosário. Falam, gesticulam, repetem e tornam a repetir as mesmas coisas, às vezes até se contradizendo com outras afirmações que fizeram anteriormente, com o principal objetivo de convencerem o público e a qualquer custo angariarem votos em seu favor.

Eleitores analisam suas propostas, às vezes aprovando-as e às vezes constatando-as serem falsas, ou inviáveis. É uma responsabilidade que os eleitores precisam assumir e saber como cumprir com as mesmas da forma mais consciente e honesta quanto possível.

Afinal trata-se da escolha de pessoas que têm que ser capacitadas, honestas e que tenham boas referências para dar a direção para os negócios de uma nação ou parte desta.

No Salmo 101 vemos que aquele que é conhecido como o rei Davi fez uma declaração que mais se assemelha com um pacto que estabeleceu antes de, ou ao assumir a coroa de Israel.

São promessas de um rei, que se compromete junto ao seu povo, fazerem-se cumpridas.

Como um músico inspirado por Deus, ele compusera vários hinos dedicados ao Senhor de sua vida – Yaweh, o grande e verdadeiro Rei – e neste Salmo ele escreveu a letra de uma peça musical, para ser cantada durante os cultos de adoração.

A vida de Davi foi pautada por muitos louvores a Deus, e antes de prometer qualquer coisa, ele eleva seu cântico ao Senhor, com o seu coração aberto, e pronto para dirigir-Lhe esta oração em forma de canções.

Este Salmo é a expressão daquilo que o seu coração estava disposto a fazer enquanto estivesse de posse da coroa de Israel, fazendo brotar palavras que mostravam sua verdadeira intenção no tocante à sua gestão real.

Davi prometeu, pois, uma porção de coisas que diferiam em muito de como foi o reinado de seu antecessor. Ele próprio sentiu na pele como é mau e estressante um governante injusto, que não faz aquilo que deveria, em prejuízo de seus súditos e do futuro de sua nação.

Ciente de que, mesmo sendo rei e autoridade no topo da escala hierárquica daquela nação, Davi não se esquecia de que acima dele e de todos os reis do mundo, há a autoridade máxima – o Deus de Israel – que sempre esteve e sempre estará firme, e que julgará a cada indivíduo, pautado na Sua plena justiça.

Em outras palavras, não existe ninguém que não tenha que prestar contas ao Rei dos Reis, Senhor dos Senhores.

Como que contando com a Presença de Deus a orientar, finalizar e dar Seu aprovo ou desaprovo para cada ato que praticar, Davi esperava que Yaweh lhe fosse o fio do prumo, sempre a apontar-lhe o caminho a ser seguido.

Debaixo da Lei do Senhor, conhecendo-a Davi, propõe-se a portar-se dignamente, cumprindo vários pré-requisitos que a mesma aponta, tais como:

  1. Sempre pedindo a Yaweh para ser-lhe o seu Rei (versos 1 e 2);

  2. Sendo sincero e honesto em tudo quanto fizer ;

  3. Não permitindo que nenhum mal entre em sua casa;

  4. Não tomando parte dos pecados ao seu redor(verso 3);

  5. Afastando-se de homens maus (verso 4), porque estes influenciam ou interferem nos atos de um rei ou governante;

  6. Não permitir que aqueles que falam mal uns dos outros venham a criar um ambiente de intrigas, mexericos e aborrecimentos. Afastar da corte os arrogantes e orgulhosos, pois estes sempre trazem inimizades desnecessárias e perturbadoras;

  7. Admitir entre seus conselheiros e servidores os que são fiéis a Deus e andam de forma correta;

  8. Nada de mentiras deverá haver no palácio do governo, e nenhum enganador ali prosperará;

  9. Haverá um policiamento capaz de deter a ação de iníquos, que serão punidos, a fim de que seja desarraigada da Terra toda sorte de maldades e violência.

A erradicação do mal é medida preventiva ou emergencial, conforme o caso, que fará bem a toda comunidade.

Estas foram as resoluções que Davi assumiu ao tomar posse da coroa de Israel. São palavras por certo proferidas entre 1010 e 1003 A.C., escritas neste Salmo 101, mas podemos notar que têm muito a ver com os nossos dias, e com as promessas de políticos, ao fazerem as suas campanhas eleitorais.

A pretensão de Davi outrossim é válida; são boas intenções. Ele queria estar assessorado pelos melhores homens de sua nação, a fim de que o trabalho de administrar, fazer boas obras e levantar juízes sábios e justos para que o seu reinado fosse marcado, antes de tudo, pela fidelidade ao Senhor Yaweh e Suas leis.

Não precisamos ser reis e presidentes, governadores ou primeiros ministros de um país para entendermos que se quisermos que Deus faça a Sua vontade nesta Terra, temos que cumprir a nossa parte e devemos selecionar as pessoas que iremos permitir influenciar-nos quando das nossas atitudes e decisões. É olhar para os fiéis da Terra. Fiéis no trato, fiéis a Deus e fiéis uns aos outros.

Se olharmos bem para a gestão do rei Davi, veremos que ele escolheu bem a posição do comandante militar para estar de posse da cadeira que viria a ajudá-lo a trazer grandes vitórias para Israel e seu povo – mas Joabe, esse tal, embora tivesse começado bem, no final de alguns anos chegou a fazer coisas que não agradaram a Deus, e nem a Davi.

O reinado davídico, no geral, foi um sucesso, mas não sem falhas humanas na vida dele mesmo. Ele prometeu não permitir que se visse coisa má diante de seus olhos, mas todos sabem que ele pecou gravemente no caso de Bate-Seba, levando homens à morte, com a intenção de encobrir o seu adultério – o que Deus viu, e lhe infringiu uma longa caminhada de castigo sobre ele e sobre a sua família. Foi por este motivo que uma de suas filhas foi estuprada, um de seus filhos assassinou ao mais velho, e o assassino, também um dos filhos de Davi, intentou matar o rei, que era seu pai, com vistas a apoderar-se da coroa do reino.

Como vemos, todo homem é pecador e por isso tem um peso de pecados para carregar, e terá que sofrer o julgamento divino. Ninguém escapará de ter que haver-se perante o Juiz Supremo.

As profecias bíblicas apontam para um líder mundial que surgirá no final dos tempos, prometendo trazer soluções humanísticas, políticas, e principalmente econômicas para a humanidade, estabelecendo a paz entre as nações, mas logo quebrará todos os acordos e alianças, perseguirá aos cristãos, trazendo a ira de Deus sobre si e sobre o povo a quem conseguir enganar.

Há, porém, um Homem que nunca pecou, e este é Jesus o Cristo de Deus, que aliás sofreu pelos nossos pecados e com sua morte e ressurreição angariou diante do Pai um nome que está sobre todo nome deste mundo e em todo o Universo.

Todos os homens são pecadores, passíveis de errar por causa de nossa herança adâmica, e os governantes deste mundo são pessoas que recebem um poder muito grande em suas mãos, poder que não é perfeitamente dosado nas decisões tomadas, tanto no varejo como no atacado, nas micro como nas macro operações.

Em consequência disso a humanidade acaba sempre reclamando de desmandos, ou gemendo pelas dores que alguns ou muitos têm que suportar.

Jesus, o Cristo, porém, foi e é a grande exceção a essa regra, porque mesmo tendo sido tentado, Ele nunca pecou e o melhor de tudo é que Ele voltará a este mundo para não mais sofrer como sofreu em Sua primeira vinda, mas para reinar com poder, autoridade, sabedoria e justiça.

Ele já sofreu o quanto basta para saber e sentir em seu próprio corpo como é ter que engolir em seco a injustiça, portanto Ele terá em mãos o fio do prumo em equilíbrio, capaz de erradicar o mal de sobre a Terra, e estabelecer o bem geral em tudo quanto fizer.

Sua vinda para reinar sobre este planeta está próxima.

Se hoje temos governantes falhos, faltosos e falíveis, com Jesus não haverá tais falhas. Ele tem o cetro infalível para dar a todos a certeza de que a Deus será dada toda a glória, assim como aquilo que dantes era dado a César indevidamente.

Antes, porém, que tenhamos a Jesus como o nosso grande Rei, a fim de que não sejamos dos que colaboram para que o pecado afaste-nos de um convívio feliz com Deus e com os Seus, necessário é que tomemos uma posição acertada, que nos corrigirá e nos colocará em perfeita harmonia com o reino de Cristo.

Isto significa que há que haver um ponto de convergência no qual os nossos corações tomem um rumo, através do qual possamos escapar de desastrosas consequências.

Em outras palavras, antes que Jesus reine politicamente neste mundo, terá sido necessário que Ele reine em nossos corações, a fim de que não venhamos a sofrer o castigo que merecem os nossos pecados.

Para tanto, saibam todos que Jesus não tem prazer em reinar sobre corações que não O aceitam, criticam-nO, ou simplesmente O ignoram.

Ele quer reinar sobre nós, mas nós temos que abrir os nossos corações para que Ele tenha total liberdade para nos transformar. Abrir o coração significa abrir nossas vidas para Jesus passar a fazer parte delas permanentemente, porque daí em diante teremos a eternidade para vivermos com Ele – e para vivermos com Ele lá, é sine qua non que comecemos a andar com Ele aqui.

Aos que vencerem, serão recebedores das Suas promessas, conforme feitas em Apocalipse, capítulos 2 e 3.

Comecemos a viver com Jesus desde já.

Ore pedindo para Ele entrar dessa forma em sua vida, e compartilhar de todos os seus detalhes, grandes e pequenos, toscos ou claros, sombrios ou brilhantes. Verá que algo de maravilhoso acontecerá.

Jesus faz uma total diferença. Infelizes os que não O conhecem e não O têm por companheiro fiel de todas as horas. Felizes para sempre os que O aceitarem como Salvador e Senhor, e tornarem-se discípulos Seus; grandes recompensas terão.

Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida”. (Apocalipse 2:10)

Faça a experiência, e constate você mesmo.


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