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SALMOS – LXVII – BENESSES DE DEUS

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febrero 23, 2022 by Bortolato

Salmo 67

Por toda parte nações procuram encontrar as melhores soluções para poderem viver bem, e se possível com boa qualidade de vida. Quem não deseja isto?

Procuram achar caminhos por onde possam trilhar. Governos buscam enquadrar seus ideais dentro das possibilidades de que dispõem, acertam e erram, um pouco aqui e muito ali.

Nos Países Baixos, Holanda, acharam por bem construir diques que possam conter o avanço das águas do mar, a fim de este não prejudique suas casas, plantações e instalações.

As muralhas da China foram construídas com a finalidade de deterem as frequentes invasões dos povos mongóis e de outros grupos oportunistas, que lhes causavam sérios problemas de saques e destruições.

Alguns povos hoje desenvolvem-se em tecnologia, a qual, de certo modo veio a contribuir em muito para que a Teoria de Malthus sobre o crescimento populacional não se confirmasse de forma a condenar o mundo a um caos de fome por falta de recursos nutricionais. Como houve uma intervenção da tecnologia aplicada à agropecuária, à logística e à industrialização de alimentos, a progressão populacional tem sido assistida de forma a prover recursos que, se não são plenamente satisfeitas as necessidades do povo, a comparação entre progressão aritmética e a geométrica não se concretizou de conformidade com o previsto por Malthus.

Economistas buscam achar fórmulas de manipulação de leis que possam bem balancear e ajustar taxas de impostos, importações, exportações, taxas de juros, de câmbio, administração da máquina Governista, entre outros fatores.

Remédios têm sido descobertos, a fim de proteger, salvar e prolongar a vida humana.

Por outro lado, a tecnologia veio a fomentar uma certa corrida armamentista entre nações, de tal forma que hoje há países que desejam ser os líderes mundiais nesta área. Assim como a China construiu suas antigas muralhas capazes de conter invasões de outros povos, alguns querem armar-se de bombas atômicas e artefatos destrutivos com vistas a imporem-se como os temíveis detentores de ogivas nucleares com potência para destruir total ou parcialmente àqueles que lhes representarem algum perigo ou obstáculo a chegarem a atingir seus alvos ideológicos ou secretos.

Enquanto uns procuram meios de salvação para seus patrícios ou mesmo para o mundo, outros buscam veículos de morte para destruir a população desta Terra.

Neste momento o mundo alcança o nível populacional de trilhões e trilhões de habitantes, e alguns comemoram, mas outros pensam em como fazer para reduzir drasticamente essa marca que tende a crescer cada vez mais. Essas reduções não são eticamente aprovadas…

Olhando-se para o lado que procura a salvação da raça humana, muitos estão cultivando uma fé religiosa, de tal maneira que possam encontrar a paz com Deus.

Essa paz com Deus tem sido muito apregoada, mas poucos a encontram dentro dos padrões que o próprio Criador deste mundo já de há muito a estabeleceu.

Em uma busca que se parece até com a brincadeira de cabra-cega, vemos correntes filosóficas, religiosas e coisas do tipo que chegam a formar proclamadores de uma fé intolerante, ao ponto dessa brincadeira, supostamente inocente, acabar-se tornando em “briga de foice no escuro”. Oprimem, matam, agridem, usam de violência e julgam-se os grandes verdugos da lei, para fazerem “justiça” com as próprias mãos – e assim um pretenso veículo de salvação se transforma em instrumento de tortura e morte.

Durante muitíssimo tempo Deus, na Sua longanimidade, permitiu que as nações andassem errantes nesse caminho obscuro, pois que Ele sempre dá muitas oportunidades de arrependimento, e respeita muito a livre decisão a nível individual, mas sempre que achou oportuno, impôs limites à saga e à ambição dos homens.

Desde a antiguidade Deus esteve atento de modo especial às culturas e às nações das pessoas que direcionam suas energias no sentido de, de alguma forma, alcançarem a graça e o privilégio de serem agradáveis a Ele.

A Bíblia nos relata que houve um povo descendente de Abraão, homem que logrou conquistar a privilegiada posição de amigo de Deus. Era o povo hebreu, que cresceu muito em sua população enquanto morava no Egito. Tanto eles cresceram que causou preocupações para o governo que era regido por um imperador, o Faraó.

Por uma questão de costumes, tradição familiar e de fé no Único Deus, mesmo sob a escravidão, conservaram seus clãs, suas tribos e assim o povo de Israel não se misturou com o povo egípcio, procurando sempre serem cidadãos de paz ao lado de seus vizinhos.

Os egípcios também não faziam questão de aceitá-los em seu meio, sob alegação de que escravos, lavradores, e pastores de ovelhas eram considerados grupos enquadrados no mais baixo segmento da escala de valores sociais, dos quais os faraós, seus membros da corte, sacerdotes e membros da alta cúpula militar eram os melhores quotados. Além disso, pastores eram detestados por serem dados à prática de sacrifícios de seus animais, e, dentre estes, muitos eram considerados deuses no Egito.

Por temor de que os hebreus viessem a se tornar um povo muito populoso, e que um dia pudessem ambicionar tomar posse do poder das mãos dos Faraós, a mando deste rei as altas castas sociais começaram a oprimir os israelitas, oferecendo-lhes um duro tratamento. Com vistas a provocar a sua extinção, chegaram ao ponto de colocar em prática um programa de controle populacional que consistia em matar a todos os bebês machos. Expediu-se um decreto que obrigava os israelitas a lançarem seus recém-nascidos nas águas do rio Nilo, o que amargou e endureceu mais ainda o jugo egípcio sobre o povo que Deus escolheu para Si.

Pois bem, Deus, considerando que aquele Israel escravizado e condenado à extinção gradativa era descendente de Seu amigo Abraão, decidiu intervir nessa história, salvando e libertando aquele povo sofrido, tomando-o como Seus filhos adotivos: adotou-os, deu-lhes leis para poderem conviver com Ele mesmo, uns com os outros, e fez-Se o seu grande Líder, fato jamais visto até então neste mundo.

Acontece que Ele, Yaweh, não era apenas um deus dentre outros tantos deuses adotados pelos homens. Ele é o poderoso Criador dos Céus e da Terra, e portanto o legítimo Dono de tudo quanto existe. Isto não é pouca coisa, é uma tremenda imensidão.

Através de dispensações da revelação divina, Ele decidiu preliminarmente eleger a Israel, mas não tinha em vista apenas os descendentes de Jacó.

Conhecê-Lo foi e é uma imensa graça para qualquer povo que O queira conhecer. Israel foi apenas um plano piloto, uma cunha sagrada que Ele inseriu neste mundo, para começar a estender o Seu amor, Suas leis e fazer de cada cidadão deste mundo um amado filho Seu.

O mundo não está cada vez mais se perdendo? Pois é, Deus oferece um grande repto para quem desejar se abençoado por Ele.

Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor Yaweh, e essa felicidade está aberta a quem abrir o seu coração para recebê-Lo dentro de si.

Enquanto homens se degladiam, buscando cada nação ser maior econômica, política e militarmente, prevalecendo-se dessa posição para impor-se sobre as outras, Deus lhes oferece um caminho de paz com Ele, e junto a Ele.

Malgrado possa parecer que Israel fosse uma nação debaixo das bênçãos divinas, e as demais fossem apenas o resto, o livro de Salmos, em seu capítulo 67, nos mostra uma outra visão.

É uma oração que peticiona a graça de Deus, com vistas a que toda a Terra conheça o Seu caminho e a Sua salvação.

O salmista incita a todos os povos a louvar a Yaweh, porque Ele é bom. Basta que um povo se volte para os Seus caminhos, e este mesmo povo experimentará tamanhas bênçãos como jamais antes experimentou (conforme versos 3 a 5).

Os frutos da terra são apontados como sinais das bênçãos divinas (verso 6).

Uma das grandes provas de que Deus está aberto para todas as nações é a vinda de Seu Filho, Jesus, a este mundo, bênção maior, que veio primeiramente ao povo judeu, mas que se estende para todos quantos nEle crerem.

O amor de Jesus é universal, abrange a todo este mundo, a toda criatura. A revelação da Lei de Moisés foi algo que já previa a vinda do Cristo (Deuteronômio 18:15-19).

A revelação da vinda do Emmanuel, o Deus conosco, foi dada através do profeta Isaías (cap. 7:14), o mesmo que também viu-se diante do quadro então futurístico do Messias Servo Sofredor, que deu detalhes da sua crucificação vicária, em favor de pecadores que se arrependem e voltam-se para Deus. O mais impressionante desta revelação de Isaías é que ele previu também a ressurreição do mesmo Messias Sofredor.

Pois então veio Jesus, o Filho Unigênito do Deus Vivo, a apregoar o perdão e a salvação que Ele outorga através do Seu sangue derramado. Quando? Ele já morreu em nosso lugar, e já ressuscitou, proclamando que os Seus também um dia ressuscitarão à Sua semelhança, fazendo com que o nosso dia da remissão seja hoje, sim, hoje.

Hoje é o dia da nossa salvação, mas precisamos nos fazer dignos dessa promessa tão linda quanto é grande – primeiramente crendo, e a cada momento oportuno, assumindo que nós somos do Cristo, Jesus, nosso Salvador e Senhor.

Faça uma experiência, e prove do amor de Deus que foi manifesto através de Jesus. Verá que não há amor igual.

Ore, cante em louvor à maravilhosa graça de Jesus, leia a Bíblia, seja um fiel seguidor dEle. As recompensas são por demais gratificantes, incomparáveis às que se costuma encontrar neste mundo.

Provai e vede que o Senhor é bom. Bem-aventurado o homem que nEle confia”.


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