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SALMOS – LXVIII – A MAIS LONGA DAS GUERRAS

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marzo 13, 2022 by Bortolato

Salmos 68

Que é insistente, não parece querer parar, e quando cessa, começa uma outra, umas após outras sucessivamente, e essa rotina malfazeja já atravessa milênios. Alguns povos já foram extintos por causa disso, e outros ainda hoje sofrem com suas consequências. Como se explicar tal belicosidade?

Passaram-se eras e eras. Foi-se a idade da pedra, do ferro, e chegamos à da pólvora, e as nações continuam no seu afã de prevalecerem umas sobre as outras, através da força e da violência.

Alistam soldados e prepara-os para guerrear. Inventam armas e aparelhos, adaptam carros, navios e aviões de modo a lhes servir de instrumentos de destruição, que matam por atacado e por varejo. Alegam mil razões para mandar fogo para as terras de seus supostos inimigos.

Tanto se refinaram e se desenvolveram nesta arte, que os menos poderosos só ficam olhando esse incremento de poder militar, e as nações atemorizadas fazem o que podem para se prevenirem, tomarem providências para minimizar os males decorrentes dessa corrida armamentista em busca do… poder!

Quando pensávamos que a guerra fria se teria acabado a partir de 1991… vemos hoje que isto foi um engano.

Daí vem o argumento mais usado nesta área pelos atores estrelando e seus coadjuvantes: – “os inimigos em potencial estão se armando até os dentes. Temos que superá-los, e vamos então procurar alcançar tecnologias, inventar e melhorar os nossos recursos, armamentos, engenhocas, nossa logística, aumentar os nossos contingentes militares, sinalizar bem alto e evidentes os nossos avanços, a fim de difundir o temor, para que tenham todos muito respeito quando pensarem em nós; que pensem bem antes de qualquer decisão, e tenham a certeza de que há muita chance deles levarem a pior, se ousarem partir para o confronto”.

Como em uma reação em cadeia, os inimigos desses que procuram ter boas condições de responder a ofensivas, ao verem o quanto poderão ser destruídos, passam a fazer as mesmas coisas, a fim de se imporem nessa corrida tresloucada, pensando que quem pode mais, chorará menos, porque um dia essa guerra vai estourar…

Nesse afã, algumas nações já usaram de armas biológicas, que matam sem distinguir pessoas que não teriam nada a ver com tais desavenças, sendo estas de qualquer sexo, idade, ou morbidez, sem se pensar em ética alguma.

É quando paramos para pensar: quando começou tudo isso? E até onde iremos parar com essas mostras de terror?

Vamos fazer uma digressão honesta, baseada em escritos remotos. Essa história é muito velha. O livro de Gênesis seria dos mais antigos que nos trazem algo a respeito, ainda que não seja uma obra de cunho exclusivamente histórico, e sim, parte das Escrituras Sagradas.

A mais antiga violência narrada na História nos leva a Caim e Abel. Tão antiga é, que há quem diga que aquilo não foi um fato real, mas discussões à parte, não há dúvidas de que conta-nos sobre o mais antigo caso de homicídio no mundo. (Gênesis cap. 4)

Os descendentes de Caim são listados em Gênesis, capítulo 4, versos16 a 22, por certo que omitindo alguns lapsos nessa genealogia. Seus descendentes formaram vilas, cidades, civilizações e culturas próprias. Alguns destes se tornaram muito temíveis; aproveitaram-se de suas forças, habilidades agressivas que poderíamos classificá-las de marciais, e praticaram muitos crimes, simplesmente a título de atividade esportiva, ou treinamento prático de esportes (Gênesis capítulo 6), tendo chegado ao ponto de tanto desagradarem ao Deus que criou o homem à Sua imagem e semelhança, que o Soberano Maior decidiu enviar o Dilúvio sobre a Terra, eliminando todas as pessoas, quase que extinguindo toda a raça humana. Salvou-se estritamente a família de Noé, que teve que construir uma Arca onde puderam ficar a salvo daquela calamidade universal.

Da família de Noé, começou tudo de novo. Aquele cataclismo, o Dilúvio, aconteceu há muito, de modo que, face ao tempo decorrido, daquela família saíram todos os povos que hoje se vê habitando este planeta.

Aumentando a população, esta se espalhou pelo mundo todo.

Infelizmente, não houve um sério respeito para com o único Deus digno de honra e louvores; muitos voltaram-se para levantarem ídolos de pedra, madeira, metais, e passaram a adorar a acidentes da natureza, em vez de reconhecerem a glória de Quem realmente merece toda a glória. Reverenciavam os grandes feitos de heróis, a quem divinizavam, e procuravam outra vez imitá-los. Quando não eram figuras de homens e mulheres a quem atribuíram poderes, faziam-no a deuses que refletiam a imagem de animais de todo e quaisquer natureza – e faziam-se semelhantes a estes, na crença de que poderiam ser fortes, agressivos, valentes, e poderosos, tais quais esses animais. Assim, deificaram crocodilos, touros, e outro bichos, sempre tomando-os como padrões de comportamento para si mesmos.

Ao se reerguerem civilizações, cidades foram construídas e grupos nômades vinham de tempos em tempos para invadi-las e saqueá-las, roubando bens, riquezas, provisões, matando, ferindo, estuprando e escravizando.

Com isto as cidades, e até as de pequeno tamanho e população, passaram a construir altos muros que as protegessem desses ataques maldosos. Isto lhes proporcionou um pouco mais de segurança, mas não lhes garantiam nada diante de cercos e sítios prolongados.

Parecia que tudo estaria tendendo a voltar aos truculentos tempos antediluvianos.

Imagine-se agora como Deus, que criou este mundo, gostaria que aqui tudo fosse bom, benevolente amável, feliz, verdadeiro, sem logros e enganos. Absolutamente não foi para isso que Ele deu inteligência, destreza, habilidades e qualidades outras aos homens. Não mesmo!

E pensar que essa belicosidade e despropósitos avançaram e avançam cada vez mais, a cada vez superando-se a si mesma, conforme o tempo passa…

Deus, no Seu alto Santuário, não ficou ignorante dessas coisas. Foi assim que Ele, o Criador, decidiu formar uma nação santificada, que demonstrasse ser dirigida por Seus princípios, de modo fazer com que homens viessem a parecer-se com Ele, e assim fosse dignificada a Sua imagem e semelhança, totalmente diferente dessa distorção despropositada que ainda vemos neste mundo.

Assim como os erros partem de algum representante da raça, e estes se perpetuam de geração para geração, haveria que haver um homem, um pai de uma família, que desenvolvesse um relacionamento aceitável com o Senhor dos Céus e da Terra, para que os princípios morais e espirituais pudessem ser repassados de pais para filhos em uma cadeia infinda de comunicação bem sucedida. Alguém que soubesse respeitá-Lo, e mais que isso, amá-Lo de todo o coração.

Foi nesta brecha que Ele se procurou alguém neste vasto mundo, e encontrou-o em Ur dos Caldeus, por cerca de 2000 A.C. Ele se relacionou então com Abraão de forma a fazer alianças de íntima amizade, exclusivas com o único Deus, que perdurariam para todos os seus filhos, infindas gerações. Da descendência desse homem se levantou uma nação que prometia adotar um modo especial de vida, totalmente diferente do restante das gentes das nações. Ao menos tinham uma tradição espiritual que os fazia esperar no Deus de Abraão.

Assim foi que Deus, ao vê-los anos depois escravizados e maltratados no Egito, levantou-Se com braço forte de poder, libertou a Israel, e levou-os todos a um deserto, onde essa nação veio a ter experiências marcantes, que lhes ensinariam como deveriam viver, de acordo com a Sua vontade.

Este curso da história do povo hebreu, porém, não adequado de encomenda para guerrear contra outros povos, que os consideravam apenas como presa de seus ataques.

A princípio, Deus foi o grande General que enviou dez pragas no Egito para libertá-lo, mas depois eles tiveram que conviver ao lado de nações muito belicosas, cobiçosas e ambiciosas, que não se furtavam ao prazer de deixá-los humilhados, saqueados e destruídos.

O que fez Deus quanto a isto? A resposta está no Salmo 68, que começa assim:

Deus se levanta, dispersam-se os Seus adversários; de Sua presença fogem os que O aborrecem”

Pensam homens que estes poderão fazer o que quiserem e que serão sempre bem sucedidos nos seus planos de maldades? Poderão pensar que sim, mas enganam-se, achando que Deus lhes permitirá serem maus quanto bem o desejarem.

A criação da nação de Israel foi para começar a demonstrar ao mundo como serão felizes e bem-aventurados os que seguem os Seus caminhos.

Israel foi muito atacado por assírios, sírios, filisteus, amalequitas, moabitas, amonitas, cananeus, mesopotâmios, e uma lista enorme de inimigos que intentaram escravizá-los, humilhá-los, vencê-los e diminuí-los, mas o que aconteceu? Aquelas nações, embora muitas vezes superiores em número e armamentos, foram sendo vencidas, e quando chegou a época do rei Davi (1010 a 970 AC.) as subjugou quando aquelas quiseram fazer-lhes o mal. Um exemplo clássico disso, que veio a marcar época, foi o confronto entre Davi e Golias. Até então os filisteus foram um fantasma assustador, uma pedra no sapato, um espinho na carne dos israelitas, mas dali em diante, sob o comando de Davi, não houve mais vitórias de filisteus, e nem de outras nações. Ressalte-se muito bem que não foi tanto pela destreza dos exércitos ou por artimanhas militares, mas porque Deus lhes era seu Interventor, e lhes dava a vitória.

Este Salmo 68 traz um subtítulo: “Salmo de Davi. Canção ao regente do Coro”. É uma canção de vitória, como aquelas que Moisés e Miriam compuseram e cantaram, logo após atravessarem o Mar Vermelho.

Os maus se acabam na presença de Deus como cera se derrete perto do fogo”. (Sl. 68, verso 2)

Para dar uma ideia de como o Senhor queria que Seu povo se apresentasse e se comportasse, lemos os versos 4 a 6, 24 a 26, e 34.

Deus, que vive no Seu santo Templo, cuida dos órfãos e protege as viúvas.

Ele dá aos abandonados um lar, onde eles podem viver, e solta os prisioneiros para que vivam felizes, mas os que se revoltam contra Ele terão de morar numa terra deserta.” (versos 5 e 6)

Que mais aconteceu?

Voltando-nos ainda para os anos de aprendizado no deserto, vemos que a presença de Deus transformava as condições difíceis daquelas paragens, em favor dos Seus. Tremeu a terra; o Céu derramou chuva – e até chuva do maná! (vv. 7-8).

À ordem do Senhor eles puderam ver água saindo da rocha; um anjo os conduzia para cá e para lá; uma coluna de nuvem lhes aplacava o calor dos dias quentes, e uma outra coluna, esta de fogo, lhes aquecia as suas noites.

Não puderam plantar e nem colher, não puderam trabalhar para se enriquecerem; todos eles viviam como pobres peregrinos, vivendo em tendas – mas como Deus é Pai de órfãos e juiz de viúvas, Ele mesmo foi quem cuidou daqueles que não tinham condições de obter o seu pão e a sua água pelos esforços de suas mãos.

Foram atacados covardemente por amalequitas, mas estes tais foram derrotados em batalha por um exército completamente despreparado e mal treinado para lutar, recém libertos de uma escravidão opressora. Como foi isso? Através do poder das orações que Moisés fazia de um alto monte, intercedendo para que o seu povo não fosse derrotado e nem envergonhado – o resto dessa história foi consequência da intervenção de Deus, que deu espírito aguerrido e os habilitou milagrosamente para essa batalha.

Quando então chegou o grande dia de saírem do deserto para irem a Canaã, o Senhor lhes deu a incumbência de destruírem a força militar dos povos que lá habitavam, liquidar os resistentes e os maus, e expulsar os demais, que tiveram de fugir para outras terras. Injustiça, diriam alguns, mas examinemos as razões. Por quê? Porque o Senhor, o Criador e o legítimo dono de todas as terras deste mundo quis que aquelas sete nações cananitas fossem visitadas por Sua mão justiceira. Eram nações que estavam trilhando os mesmos caminhos dos filhos de Caim: violência, muito sangue derramado, idolatria, refinadas maldades, insistentes prazeres no pecado, roubos, confiscos, injustiças abomináveis. Tudo aquilo teve de sofrer um colapso para que uma nação justa, regida pela Lei do Senhor ocupasse o lugar que Deus lhes estava dando neste mundo, naquela Terra Prometida.

Reis de exércitos fogem e fogem” (verso 12). E em casa as mulheres puderam repartir o que havia sido tirado dos inimigos.

Eram tantos esses inimigos de Deus… como hoje vemos que algumas nações fazem e agem, mas… cuidado! Arrependam-se, e voltem atrás, busquem a paz com Deus e com os homens, pois, em caso contrário, não perdem por esperar.

O Senhor é Varão de Guerra, pois não? Ele poderia acabar com todos os maus desta Terra, com um simples soprar de Sua boca, sem um só dedo da ajuda de ninguém mias; mas Ele conta ainda com muitos carros de guerra. Blindados? Tratores? Tanques de guerra? A Bíblia nos diz apenas que são os Seus carros, vinte milhares, milhares de milhares (isto significa milhões), mas isto não é só. Vejamos em Apocalipse 5:11:

… milhões de milhões e milhares de milhares …” o que na verdade são incontáveis e infindáveis. E Deus dispõe destes para quando Lhe aprouver fazê-lo. As nações que se cuidem. A bandeira de Yaweh jamais sofreu uma só derrota sequer, diante de numerosos e poderosos inimigos, e isto não será diferente, jamais.

Este salto que fazemos do Salmo 68:17 para Apocalipse 5:11 nos leva a concluirmos que haverá um tempo, no futuro do presente, em que as forças celestes estarão despejando muitos juízos sobre este mundo.

Isto significa que a longa paciência de Deus então terá chegado ao limite, e em dado momento a corda vai romper. As injustiças da Terra serão visitadas com rigor e conforme a medida com que mediram.

Sempre houve a necessidade de que alguém pudesse reger este mundo de forma justa, equilibrada, com leis compreensíveis, e tudo isso dirigido debaixo da plena e santa vontade de Deus. Uma Pessoa que terá o condão de submeter todos os povos à plena vontade divina. Alguém que acabará com a força do mal, e trará tempos de paz para todos quantos almejarem a paz, e castigará com justa medida aos que trilharem caminhos distantes dos caminhos do Altíssimo.

Quem seria este Grande Escolhido, desejado, por quem suspiram os homens de bem neste mundo?

Vasculhando-se mais um pouco a Bíblia, veremos muitas e muitas passagens onde estão prometidos estes poderes para uma única Pessoa: o Messias. Ele governará este mundo em todos os seus rincões, detendo o cetro universal em Suas mãos.

As promessas bíblicas que repousam sobre este Messias são de tirar o fôlego, encher nossos corações de lindas esperanças, e nos alegrar ao sabermos que Aquele que é bom vencerá completamente todo o mal, trazendo-nos novos tempos de paz para o mundo todo.

É de arrepiar. Jesus de Nazaré é este Messias. Ele viveu, fazendo o bem, operando milagres poderosos que comprovaram ser Ele o possuidor da plenitude do poder de Deus, usando de misericórdia para com os que sofrem, libertando pessoas de forças espirituais opressoras, e ensinando a todos a cartilha de um caminho luminoso e feliz para sermos um dia participantes do glorioso e feliz Reino de Deus nesta Terra.

Sim, Jesus morreu por causa dos pecados de todos nós, para nos libertar do poder da morte, dos poderes deste mundo, livrar-nos de todo o mal, cumprindo assim o plano de Deus para a nossa salvação eterna.

Ele morreu, mas ressuscitou, e hoje está assentado à destra do Pai Celeste, de onde virá, e está prestes a chegar esse dia, para julgar os maus e os bons, e separar o bom do mau.

Se alguém duvida do que estamos afirmando, leia a Bíblia. Mateus 24, Marcos 13, Lucas 21, além do livro de Apocalipse, nos revelam como serão os últimos dias desse conflito entre o poder de Deus e os deste mundo.

Trechos proféticos estão espalhados por toda a Bíblia, reportando-se ao tempo do fim, desde Gênesis até o Apocalipse. Raros são os livros bíblicos que se prendem apenas aos problemas contemporâneos à data de sua escrita.

Este conflito dos séculos e milênios um dia vai terminar, devido à intensa e poderosa intervenção da mão de Deus. E o que será de cada um de nós, ao chegar esse final dos tempos?

Isto dependerá do que houvermos feito, que atitude tomarmos com relação ao Cristo, Jesus.

Os judeus da época de Cristo escolheram Barrabás, aquele salteador, o homem que os homens desejaram que fosse solto para continuar a praticar os seus crimes no meio do povo. A Jesus, O Profeta, Varão de Deus que lhes foi apresentado como o Rei dos Judeus, escolheram entregá-lo à cruz.

Nas palavras do apóstolo S. João, no seu Evangelho, capítulo 1º, versos 11 e 12:

Ele veio para os Seus, mas os Seus não O receberam, mas a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que crerem no Seu nome.”

O que pois o dileto leitor fará de Jesus, o Cristo? Ele Se nos apresenta hoje como o Salvador, o Redentor, o amado Filho de Deus que deu a Sua vida em nosso lugar; mas quando Ele voltar a este mundo, virá como o Grande Juiz, para a todos julgar pelo que houverem feito em vida. A nós, pois, resta-nos escolher: o que faremos de Jesus em nossas vidas? Desta escolha dependerá todo o seu futuro, tanto aqui nesta vida, como na vindoura, e esta última é eterna.

Escolher as razões humanas, com suas distorções, limitações e visão de futuro estreita e pessimista, é muito fácil – é só ignorar aquilo que Jesus disse, e assumir com as premissas desse ponto de vista eivado de erros – mas tenhamos cautela, porque depois do nosso último suspiro nesta vida, teremos que arcar com nossas decisões, e principalmente pelo que fazemos de Jesus.

Muito oportuno e conveniente é olharmos agora para Jesus, o autor da nossa salvação, o nosso Redentor, Remidor dos nossos pecados, que de braços abertos nos aguarda para, sem sombra de dúvida, vivermos uma vida de intensa comunhão com Ele, o Pai e o Espírito Santo.

Olhemos para Jesus agora. Aonde Ele está? Sim, Ele foi para o Pai, mas o Seu Espírito está ainda na Terra, por toda parte, procurando encontrar corações sinceros e dispostos a serem transformados pelo Seu poder salvador – assim como Ele procurou e encontrou o coração de Abraão, e Ele está atento também para o coração do leitor, neste mesmo momento.

Sejamos como Abraão. Ouçamos o que Deus nos diz, e recebamos em resposta a recompensa dos que Lhe têm fé e andam e harmonia com a vontade divina – vida longa, vida eterna, plena e abundante de bênçãos celestiais.

Até lá! Seja sábio, e prudente! Então haveremos de nos encontrar ali, para a nossa maior alegria.


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